Escritores e o fascismo: quando pensar mata

Para os desavisados: literatura tem TUDO a ver com política! Já se fala até em proibição de livros. Escritores, jornalistas, estudantes e artistas sempre foram vítimas diretas da ditadura no Brasil e nos governos fascistas pelo mundo, ao contrário do que declarou o candidato à República brasileira que, “nas ditaduras só desapareceram bandidos”. Mesmo osContinuar lendo “Escritores e o fascismo: quando pensar mata”

Uma resenha e algo mais: “O mal- estar global”, de Noam Chomsky

Já ouviu falar do “efeito borboleta”? Esse efeito faz parte da “teoria do caos” do metereologista e filósofo americano Edward Lorenz. O mundo está ligado em todos os seus aspectos, é como se tivesse um fio elétrico invisível interligando tudo. Lorenz diz que, por exemplo, se uma borboleta bater as asas no Brasil, isso podeContinuar lendo “Uma resenha e algo mais: “O mal- estar global”, de Noam Chomsky”

Bandido Social e a neofavela: descolonização e criminalidade em “Cidade de Deus”, por Ísis Moraes

Você sabe o porquê do Brasil ser tão violento? O colonizador saiu do Brasil, mas a mentalidade da colônia permanece. Leia o irretocável e esclarecedor texto de Ísis Moraes:   Bandido Social e a neofavela: descolonização e criminalidade em Cidade de Deus As margens da sociedade sempre reservaram aos seus inquilinos uma ampla galeria deContinuar lendo “Bandido Social e a neofavela: descolonização e criminalidade em “Cidade de Deus”, por Ísis Moraes”

Resenha: “Memorial de Aires”, de Machado de Assis

Resenha de “Memorial de Aires”, de Machado de Assis.

Uma ode à liberdade: “Trova de vento que passa”, de Manuel Alegre

O escritor e político português Manuel Alegre (Águeda, 12/05/36) faz parte do Partido Socialista português e foi opositor do ditador fascista António de Oliveira Salazar que durou 41 anos. O escritor ficou exilado na Argélia durante todo o período da ditadura portuguesa. O poema abaixo simboliza a resistência contra o governo salazarista: Trova do Vento queContinuar lendo “Uma ode à liberdade: “Trova de vento que passa”, de Manuel Alegre”