Aulas de português online

Os tempos mudaram. Com a pandemia do Covid, várias profissões tiveram que adaptar- se ao trabalho em casa, em linha. E os professores têm sorte. Quem trabalha com Educação tem vários recursos e ferramentas para dar aulas à distância, assim venho fazendo. Dou aulas à distância adaptadas às necessidades dos alunos. Iniciante ou nível avançado,Continuar lendo “Aulas de português online”

Em quarentena: Dia Mundial do Livro

Hoje é o Dia Mundial do Livro, uma das minhas datas preferidas, mas estamos em prisão domiciliar em Madri. Sou a favor da quarentena, mas não nego que, confinada desde o dia 6 de março, já estou cansada. Cansada, principalmente, dos números. São altos e devastadores na Espanha. Assustam e encolhem o estômago. Também háContinuar lendo “Em quarentena: Dia Mundial do Livro”

Como eu consegui duas cidadanias europeias

Você sonha em morar na Europa? Uma das formas é procurar saber se você tem direito à cidadania. Como expliquei neste post aqui (clica), eu nunca pretendi sair do Brasil. Só aconteceu quando casei com um espanhol e decidimos morar em Barcelona, terra natal do meu marido. E na terra de Gaudí solicitei a nacionalidadeContinuar lendo “Como eu consegui duas cidadanias europeias”

O Falando em literatura vai mudar!

Porque mudanças são necessárias…livros sim, mas também imigração, opinião, lifestyle, viagens, e o que nos ocorrer. Feliz 2020!

Sorteio de livros!

Ordenando as minhas estantes nesta semana, encontrei livros duplicados (e novos!) que sortearei para vocês. Os livros em questão são: “Gramática da Língua Portuguesa”, de Clara Amorim e Catarina Sousa, uma edição portuguesa, e “Contos de aprendiz”, de Carlos Drummond de Andrade, que é um clássico da literatura brasileira: Para participar basta seguir o FalandoContinuar lendo “Sorteio de livros!”

Fiz um exame de DNA, veja o resultado

Eu sou fascinada por assuntos ancestrais. E para descobrir mais sobre os meus, comecei a fazer a minha árvore genealógica no ano passado e depois completei com um exame genético. Pelo lado paterno (português), consegui avançar bastante, já que Portugal soube conservar muito bem os seus registros paroquiais e teve a deferência de disponibilizar, gratuitamente,Continuar lendo “Fiz um exame de DNA, veja o resultado”

Resenha: “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón

Este é um dos melhores livros escritos em português. “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón é comparável ao “Livro do desassossego”, de Fernando Pessoa. Narrar é prova de amor. O amor cobra declarações, testemunho do que sente. Fala da desesperada medida humana. Como amar sem os vizinhos saberem? Sem tornar pública a paixão que alberga osContinuar lendo “Resenha: “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón”

Você sabe qual foi a primeira gramática da língua portuguesa? (PDF grátis!)

Para os amantes “da última flor do Lácio”, deixo aqui o PDF da primeira gramática da língua portuguesa, uma joia escrita há 482 anos por Fernão de Oliveira (1507-1581), nascido em Aveiro, terra dos meus ancestrais. Viveu muito para o padrão da época e ainda mais com uma vida tão aventureira. Sobre o local daContinuar lendo “Você sabe qual foi a primeira gramática da língua portuguesa? (PDF grátis!)”

Resenha: “A cidade Sitiada”, de Clarice Lispector

Perder- se também é caminho (p.138) Na minha conversa diária com os escritores através de suas vivas literaturas, é onde encontro respostas para as minhas diversas inquietações. Há mais diálogo produtivo e interessante com os mortos, do que com os vivos. Estado de sítio, segundo a Constituição do Brasil: Art. 137 – O Presidente daContinuar lendo “Resenha: “A cidade Sitiada”, de Clarice Lispector”

Escritores e o fascismo: quando pensar mata

Para os desavisados: literatura tem TUDO a ver com política! Já se fala até em proibição de livros. Escritores, jornalistas, estudantes e artistas sempre foram vítimas diretas da ditadura no Brasil e nos governos fascistas pelo mundo, ao contrário do que declarou o candidato à República brasileira que, “nas ditaduras só desapareceram bandidos”. Mesmo osContinuar lendo “Escritores e o fascismo: quando pensar mata”