Resenha: “O Buda dos subúrbios”, de Hanif Kureishi

Um dos melhores livros lidos este ano: “O Buda dos subúrbios”, obra clássica contemporânea do inglês Hanif Kureishi. Eu já li outros dois livros do autor “A última palavra” e “Intimidade”, sugiro que você coloque este autor na sua lista … Continuar lendo Resenha: “O Buda dos subúrbios”, de Hanif Kureishi

PDF grátis: “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector

Nesta obra, “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector, que você pode baixar gratuitamente aqui, há um dos melhores contos da literatura brasileira: “Felicidade clandestina”, que deu nome ao livro. Que felicidade ter um livro querido e desejado nas mãos, não é? … Continuar lendo PDF grátis: “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector

O nicaraguense Sergio Ramirez ganha importante prêmio literário na Espanha

Qual a primeira coisa que você lembra quando ouve “Nicarágua”? Guerra, fome, violência? Creio que para a maioria das pessoas, sim, infelizmente. A América Central, talvez, seja a mais complicada e desconhecida das Américas. Composta por sete países: a citada … Continuar lendo O nicaraguense Sergio Ramirez ganha importante prêmio literário na Espanha

Resenha: “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury

451° Fahrenheit: a temperatura que o papel dos livros se inflama e queima. (epígrafe)   O americano Ray Bradbury (1920- 2012) foi romancista, contista, ensaísta, dramaturgo e roteirista, publicou “Fahrenheit 451” em 1953, livro considerado a sua obra- prima. Ray … Continuar lendo Resenha: “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury

O Vampiro: Não é Fácil ser uma Farsa

Ele voltou! O nosso querido colaborador Gerson de Almeida, com sua caneta afiada, leu Chá das Cinco com o Vampiro, de Miguel Sanches Neto e deu pano pra manga! Leia:* O Vampiro: Não é Fácil ser uma Farsa Se eu fosse Dalton Trevisan (Colombo, 1925) teria mesmo amaldiçoado Sanches Neto, aliás, teria tentado homicídio. Verdade seja dita, Miguel Sanches Neto (Bela Vista do Paraíso, 1965) fez o que todo meio literário sabia, sabe, e não faz, dizer em alto e boníssimo som: este piá, pançudo e abestalhado, é uma farsa! E todos sabem que não é fácil ser uma farsa. Quem é … Continuar lendo O Vampiro: Não é Fácil ser uma Farsa

“O amor assim, cura tudo”, uma análise do conto”Substância”, de Guimarães Rosa

Por Rômulo Pessanha Essência O texto que segue é sobre um pouco de brincadeira e diversão sobre Substância, conto que integra Primeiras Estórias de João Guimarães Rosa. Ah, o amor! Ai dessas claridades que nos deixam vislumbrar caminhos invisíveis. A … Continuar lendo “O amor assim, cura tudo”, uma análise do conto”Substância”, de Guimarães Rosa

Análise da obra “Vidas secas”, de Graciliano Ramos

Por Rômulo Pessanha O fim Quando pensamos no tempo, nem lembramos que tudo no mundo parece ter uma tendência ao círculo. A circunferência nos recorda os aspectos cíclicos da vida presente em tudo e de como tudo se renova e … Continuar lendo Análise da obra “Vidas secas”, de Graciliano Ramos

O Arquipélago de Maisnardi

Diogo Mainardi é aquele que de tanto atazanar o governo d’O Chefe, Lula, (excelente atazanação, por sinal, feita como poucos, para não dizer: como ninguém mais soube fazer. Primeiro porque falta coragem; segundo porque a imprensa brasileira tem o rabo … Continuar lendo O Arquipélago de Maisnardi

Resenha: “Sagarana”, de João Guimarães Rosa

Esse livro é essencial na biblioteca de todo bom leitor. É simplesmente um LIVRAÇO! Uma celebração à literatura, essa arte maior, que podia ser apreciada por muitos, mas poucos ainda entram para esse mundo mágico. Por isso o Falando em … Continuar lendo Resenha: “Sagarana”, de João Guimarães Rosa

“No café da juventude perdida”, Patrick Modiano

(…) Às vezes te oprime o coração quando pensa nas coisas que podiam ter sido e que não foram, ainda digo agora inclusive, que a casa continua vazia esperando- nos. (Ronald, p. 128) Prepare uns sapatos confortáveis porque você vai caminhar muito pelas … Continuar lendo “No café da juventude perdida”, Patrick Modiano

Resenha: “Dublinenses”, de James Joyce

– Como diz o poeta: ‘as grandes mentes beiram a loucura’ (p.91) Esse livro foi resenhado por alguns participantes do nosso Clube do Livro (que voltará!) e eis aqui a minha, conto por conto. Dublinenses, como o próprio nome diz, … Continuar lendo Resenha: “Dublinenses”, de James Joyce

Resenha: “Adeus, velho”, de Antônio Torres

Adeus, velho (1981) é uma leitura que agarra desde o primeiro parágrafo, não consegui parar de ler até o final. É o sonho de todo leitor encontrar livros assim, não é?! Essa é uma história de uma família brasileira simples, mas espetacular. … Continuar lendo Resenha: “Adeus, velho”, de Antônio Torres

Resenha: “Pelo fundo da agulha” de Antônio Torres

Pelo fundo da agulha (1ª edição em 2006, 4ª edição em 2014) é o terceiro livro da trilogia junto com Essa Terra e O cachorro e o lobo. A saga de Totonhim continua, o nordestino que foi embora para São Paulo aos … Continuar lendo Resenha: “Pelo fundo da agulha” de Antônio Torres

Discurso de posse de Antônio Torres, novo membro da ABL

Eu sou fã do escritor baiano Antônio Torres, que tomou posse ontem na Academia Brasileira de Letras. Reproduzo abaixo a notícia na íntegra, que a Academia publicou no seu site, a foto é do O Globo Rio, com Geraldo Holanda Cavalcanti, Antônio Torres e Nélida Piñón: Romancista baiano Antônio Torres toma posse na Cadeira 23 da ABL fundada por Machado de Assis “Aqui chega um baiano que está longe de representar a Bahia da grande oratória, que, no dizer de Jorge Amado, foi devidamente representado nesta Casa por seu antecessor, o nobre Otávio Mangabeira, como definiu o não menos nobre Luiz … Continuar lendo Discurso de posse de Antônio Torres, novo membro da ABL

Resenha: “Cada homem é uma raça”, Mia Couto

“-A minha raça sou eu mesmo. A pessoa é uma humanidade individual. Cada homem é uma raça, senhor polícia.” (Mia Couto) António Emílio Leite Couto, Mia Couto ( Beira, Sofala, Moçambique, 05/07/1955 ) é o escritor moçambicano mais traduzido e conhecido no mundo. Escritor … Continuar lendo Resenha: “Cada homem é uma raça”, Mia Couto

“A trança de Inês”, Rosa Lobato de Faria

“Um não sei quê que nasce não sei de onde Vem não sei como e dói não sei porquê” Luis de Camões Rosa Lobato de Faria nasceu em Lisboa em 1932 e faleceu recentemente, no último 02  de fevereiro aos 77 anos. Estava internada há uma semana por uma grave anemia, consequência de uma cirurgia que sofreu há 6 meses. Era poeta, escritora, compositora e atriz.  Participou da primeira novela portuguesa “Vila Faia” (1983). O livro “A trança de Inês” ( 2001) baseado na lenda de “Pedro e Inês”, narra a história de dois apaixonados que desejam, tentam, mas não … Continuar lendo “A trança de Inês”, Rosa Lobato de Faria