Antônio Torres, el escritor que surgió del Sertão, por Ascensión Rivas

Antônio Torres, el escritor que surgió del Sertão Cada vez que me acerco a la Literatura brasileña encuentro algo que me sorprende, autores que desconocía y que me hacen ver que la realidad puede ser descrita desde puntos de vista diferentes, nuevos para mí. Me ha pasado con Antônio Torres, escritor al que, lo reconozcoContinuar lendo “Antônio Torres, el escritor que surgió del Sertão, por Ascensión Rivas”

Resenha: “O Buda dos subúrbios”, de Hanif Kureishi

Um dos melhores livros lidos este ano: “O Buda dos subúrbios”, obra clássica contemporânea do inglês Hanif Kureishi. Eu já li outros dois livros do autor “A última palavra” e “Intimidade”, sugiro que você coloque este autor na sua lista de leituras, ele é MUITO bom! Eu tive a oportunidade de estar pessoalmente com HanifContinuar lendo “Resenha: “O Buda dos subúrbios”, de Hanif Kureishi”

Resenha: Literati, de Barry McCrea

“Literati” lembra “Illuminati”, a sociedade secreta do século XVII, a qual Goethe e outros “iluminados” fizeram parte. Foi a única dedução que fiz sobre o livro a priori, pois não sabia absolutamente nada sobre o autor e a obra, só tinha o título e a sinopse: “Parecia um inocente jogo literário e acabou tornando- seContinuar lendo “Resenha: Literati, de Barry McCrea”

Escritura Criativa com Antônio Torres em Madri

Antônio Torres (Sátiro Dias, 1940) é o escritor da obra “Essa terra”, que está entre as cinco primeiras da minha lista de preferidas da literatura brasileira. Antônio Torres é simpático, acessível, mantém uma comunicação fluida com seus leitores, é um “cara” legal. Hoje eu o conheci pessoalmente em Madri numa master class sobre escritura criativa,Continuar lendo “Escritura Criativa com Antônio Torres em Madri”

O fim das bancas de jornais?

A era digital acabou com 50% das tradicionais bancas de jornais e revistas nos últimos 20 anos na Espanha. A tendência é mundial, assim também aconteceu no Brasil. A realidade parece pior que a estatística citada. Depois de ver a notícia no telejornal espanhol, comecei a observar as bancas nas ruas. A solução aí eContinuar lendo “O fim das bancas de jornais?”

Dez anos e um adeus

Parece que tudo secou, todas as velhas vontades, os antigos suspiros e desejos. As coisas boas e ruins, ainda bem, um dia acabam. O fim é o destino de tudo. É preciso reinventar- se, destruir para reconstruir. As palavras fogem esbaforidas de mim, chegaram ao fim da linha e vão caindo no despenhadeiro do fimContinuar lendo “Dez anos e um adeus”

Por que o Falando em Literatura existe?

No início do ano fui convidada pelo produtor do programa “Trilha de Letras” da TV Brasil para divulgar o Falando em Literatura. Mandei um vídeo, envergonhada, avisando sobre a minha incapacidade de produzir vídeos legais e que o dispensassem se não servisse. Não entrou no ar até agora e acho que não vai entrar, porqueContinuar lendo “Por que o Falando em Literatura existe?”

Resenha: “Ciranda de pedra”, de Lygia Fagundes Telles

Tenho uma leve lembrança da novela “Ciranda de Pedra”, que passou na minha infância (1981), mas nada significativo em relação ao enredo, só lembro do rosto de Lucélia Santos; portanto, essa obra era como uma desconhecida para mim. Sei que a novela da Globo foi um tremendo sucesso, foi reprisada e ganhou um remake emContinuar lendo “Resenha: “Ciranda de pedra”, de Lygia Fagundes Telles”

Os sapatos de lã

Ontem eu peguei a linha 146 de ônibus.  Na minha rua passa de seis em seis minutos e nos deixa no centro. Há restrições de tráfego de carros por causa da poluição e muita dificuldade para estacionar. Transporte público em Madri é uma excelente (e confortável!) escolha. Desci na Praça de Cibele (“Plaza de Cibeles”,Continuar lendo “Os sapatos de lã”

O encantador de pássaros

A observação de pássaros remonta à Idade da Pedra. Os homens pré- históricos desenhavam aves nas cavernas demonstrando assim, o seu interesse e fascínio por esses animais deixando gravados seus dados empíricos. Aristóteles, 350 a.C., possivelmente, tenha sido o primeiro ornitólogo da humanidade. Os ornitólogos e os poetas, veja Manoel de Barros, encarregam- se deContinuar lendo “O encantador de pássaros”