Resenha: “Gente feliz com lágrimas”, do português João de Melo

A primeira resenha do ano! Essa obra eu comecei a ler em dezembro, pensei que conseguiria postar no ano passado, mas a resenha saiu agora. Por isso, este livro não está na minha Lista de vinte e quatro livros para 2018. Serão, pois, vinte e cinco resenhas (espero e no mínimo),  neste ano. Este éContinuar lendo “Resenha: “Gente feliz com lágrimas”, do português João de Melo”

Os Natais de Fernando Pessoa

A ceia de Natal em Portugal chama- se “consoada”, de “consolar”. O prato principal, normalmente, é o bacalhau com ovos e couves regado com muito azeite de oliva. De sobremesa, o bolo rei e as rabanadas. Apesar dessa data ser feliz para muita gente por causa das reuniões familiares, dos comes e bebes, além daContinuar lendo “Os Natais de Fernando Pessoa”

Livros raros (e caros) para presente de Natal

Um presente bastante especial para o Natal que se aproxima, são os livros raros e antigos autografados por algum escritor de renome. Só que essas obras não para qualquer bolso, os preços são bastante elevados. Por exemplo, “Odas elementales”, de Pablo Neruda, edição limitada de 1954, só saíram duzentas cópias numeradas e assinadas pelo autor,Continuar lendo “Livros raros (e caros) para presente de Natal”

PDF grátis : “O livro do desassossego”, de Fernando Pessoa

“O livro do desassossego” , do lisboeta Fernando Pessoa (1888- 1935) é uma das obras mais fascinantes da nossa língua portuguesa. Pessoa utilizou um heterônimo, Bernardo Soares, para assinar a obra. Pessoa era tão rico, vasto e intenso, que um só era pouco, teve que criar personagens para poder expressar toda a sua arte. AContinuar lendo “PDF grátis : “O livro do desassossego”, de Fernando Pessoa”

Onze livros para sorteio!

Na véspera da Páscoa, vamos animar o coreto?! Sorteio de 11 livros, já que só faltam 10 pessoas para atingirmos 11 mil curtidas no Facebook. Escolhi 11 livros da minha biblioteca para o sorteio: “O desejo de Kianda”, do angolano Pepetela, comprado em Lisboa. “Amar se aprende amando”, do brasileiro Mário de Andrade. “A poesiaContinuar lendo “Onze livros para sorteio!”

Uma ode à liberdade: “Trova de vento que passa”, de Manuel Alegre

O escritor e político português Manuel Alegre (Águeda, 12/05/36) faz parte do Partido Socialista português e foi opositor do ditador fascista António de Oliveira Salazar que durou 41 anos. O escritor ficou exilado na Argélia durante todo o período da ditadura portuguesa. O poema abaixo simboliza a resistência contra o governo salazarista: Trova do Vento queContinuar lendo “Uma ode à liberdade: “Trova de vento que passa”, de Manuel Alegre”

O antídoto para a tristura: uma boa leitura!

“Tristura”, o  mesmo que “tristeza”, não lembro de ter visto em português (em espanhol, já). É incrível isso, porque é uma palavra muito “rimável”. Quem conhecer algum texto com essa palavra, avise, por favor. Hoje fiquei pensando sobre essa palavra e acho que é hora dela ser popularizada. Então, vamos com a “Tristura”: “Tristura” é muitoContinuar lendo “O antídoto para a tristura: uma boa leitura!”

O Ministério da Educação quer retirar a Literatura Portuguesa do currículo, por quê?

Falando em Literatura…a “boa nova” do momento, espero que essa sandice não seja levada adiante. Gostaria que o governo brasileiro nos explicasse e justificasse a “brilhante” ideia de retirar a Literatura Portuguesa do currículo escolar. Gostaria de saber como essa cúpula “genial” de pensadores e especialistas em Educação chegou à conclusão que seria um benefícioContinuar lendo “O Ministério da Educação quer retirar a Literatura Portuguesa do currículo, por quê?”

Xícaras literárias da Vista Alegre, porcelana portuguesa

A fábrica portuguesa de porcelanas Vista Alegre é uma das mais famosas e prestigiosas do mundo. A fábrica (1920) fica na cidade de Ílhavo (Aveiro) e suas peças estão espalhadas pelo mundo todo, expostas em museus e usadas pela realeza. No entanto, essa plebeia, não resistiu e trouxe de Lisboa para o Falando em Literatura esse conjuntoContinuar lendo “Xícaras literárias da Vista Alegre, porcelana portuguesa”

“A metade indivisível”, crônica do escritor português António Vilhena

Falar de amor parece fácil, mas é bem o contrário. Existe muita literatura a respeito, tanto em prosa quanto em verso, e às vezes, parece que pouco mais há para ser dito. Engano. O amor (ou o desamor) sempre será fonte de inspiração na literatura. Essa crônica do português António Manuel Vilhena (Beja, 14 de outubro de 1960), psicólogo eContinuar lendo ““A metade indivisível”, crônica do escritor português António Vilhena”