Leitura: “Estatuto do amor”, de Nélida Piñón

Está acontecendo um movimento literário mundial de leitura de textos e eu não quis ficar de fora. Escolhi para o primeiro #leituraemcasa do Falando em Literatura, um muito emocionante e forte (eu sempre choro quando leio): “Estatuto do amor”, de Nélida Piñón. A leitura você pode ver no meu canal do YouTube, que estava semContinuar lendo “Leitura: “Estatuto do amor”, de Nélida Piñón”

Antônio Torres, el escritor que surgió del Sertão, por Ascensión Rivas

Antônio Torres, el escritor que surgió del Sertão Cada vez que me acerco a la Literatura brasileña encuentro algo que me sorprende, autores que desconocía y que me hacen ver que la realidad puede ser descrita desde puntos de vista diferentes, nuevos para mí. Me ha pasado con Antônio Torres, escritor al que, lo reconozcoContinuar lendo “Antônio Torres, el escritor que surgió del Sertão, por Ascensión Rivas”

Escritura Criativa com Antônio Torres em Madri

Antônio Torres (Sátiro Dias, 1940) é o escritor da obra “Essa terra”, que está entre as cinco primeiras da minha lista de preferidas da literatura brasileira. Antônio Torres é simpático, acessível, mantém uma comunicação fluida com seus leitores, é um “cara” legal. Hoje eu o conheci pessoalmente em Madri numa master class sobre escritura criativa,Continuar lendo “Escritura Criativa com Antônio Torres em Madri”

Resenha: “Nós que apagamos a lua”, de Alana Freitas

Esta é uma obra especial, porque tem uma carga afetiva intrínseca: ela foi escrita por uma colega da Universidade Estadual de Feira de Santana. Daquela menina juveníssima, a mais precoce da sala, recordo a alegria, o companherismo, as intervenções sempre inteligentes e do seu comprometimento com o mundo das Letras. Agora, já doutora das Letras,Continuar lendo “Resenha: “Nós que apagamos a lua”, de Alana Freitas”

Resenha: “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón

Este é um dos melhores livros escritos em português. “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón é comparável ao “Livro do desassossego”, de Fernando Pessoa. Narrar é prova de amor. O amor cobra declarações, testemunho do que sente. Fala da desesperada medida humana. Como amar sem os vizinhos saberem? Sem tornar pública a paixão que alberga osContinuar lendo “Resenha: “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón”

Nelson Rodrigues traduzido na Espanha

Uma coletânea de trinta e nove textos do pernambucano Nelson Rodrigues (1912-1980) foi publicada na Espanha em 2018, sob o nome: “No tengo culpa de que la vida sea como es” (“Não tenho a culpa de que a vida seja como ela é”). Com tradução do consagrado artista Pablo del Barco e prefácio do escritor eContinuar lendo “Nelson Rodrigues traduzido na Espanha”

Congresso literário na Espanha contará com a presença de Nélida Piñón e Domício Proença

O I Congresso Internacional de Literatura Brasileira em Salamanca, na Espanha, contará com a presença de dois imortais brasileiros: Nélida Piñón e Domício Proença, ambos já foram presidentes da Academia Brasileira de Letras, o atual é Marco Lucchesi. Esse primeiro congresso literário dedicado à nossa literatura, homenageia à Nélida Piñón, as linhas de pesquisa estãoContinuar lendo “Congresso literário na Espanha contará com a presença de Nélida Piñón e Domício Proença”

Poesia concreta brasileira

O Concretismo no Brasil “impôs- se” em 1956, segundo Alfredo Bosi. Antes disso, em 1952, surgiu uma antologia “Noigrandes”, composta por Haroldo Campos, Augusto de Campos e Décio Pignatari, creio que os escritores mais importantes e, digamos, “puros” nesse gênero, pois desenharam uma poesia carregada de significados, poesia pra ver. Veja alguns exemplos: Essa éContinuar lendo “Poesia concreta brasileira”

Resenha: “Ciranda de pedra”, de Lygia Fagundes Telles

Tenho uma leve lembrança da novela “Ciranda de Pedra”, que passou na minha infância (1981), mas nada significativo em relação ao enredo, só lembro do rosto de Lucélia Santos; portanto, essa obra era como uma desconhecida para mim. Sei que a novela da Globo foi um tremendo sucesso, foi reprisada e ganhou um remake emContinuar lendo “Resenha: “Ciranda de pedra”, de Lygia Fagundes Telles”

O dia em que eu encontrei Nélida Piñón

Os hablo como una escritora al servicio de la memoria brasileña (…) (Nélida Piñón, in “La épica del corazón”) A minha vida é comum, mas, de vez em quando, acontece algo surpreendente. Há cinco dias recebi um convite pra lá de especial, um encontro em Madri com a grande Nélida Piñón! Sinceramente, achei que nemContinuar lendo “O dia em que eu encontrei Nélida Piñón”