O nosso final tem que ser feliz #fiqueemcasa

Para quem está desatualizado, eu tentei mudar o foco do blog para algo mais amplo, não só voltado para livros. Tinha começado o “De Passagem”, mas perdi o estímulo. O Falando em Literatura já é uma marca forte e eu senti dificuldade em deixá- la para trás, afinal, este blog já é um clássico. EsclarecendoContinuar lendo “O nosso final tem que ser feliz #fiqueemcasa”

Resenha: “O Buda dos subúrbios”, de Hanif Kureishi

Um dos melhores livros lidos este ano: “O Buda dos subúrbios”, obra clássica contemporânea do inglês Hanif Kureishi. Eu já li outros dois livros do autor “A última palavra” e “Intimidade”, sugiro que você coloque este autor na sua lista de leituras, ele é MUITO bom! Eu tive a oportunidade de estar pessoalmente com HanifContinuar lendo “Resenha: “O Buda dos subúrbios”, de Hanif Kureishi”

Facilitando nossa vida: suportes para livros

Não há nada mais irritante do que um livro que não para aberto quando você está trabalhando, estudando ou fazendo algum trabalho universitário/ escolar. Aí fazemos aquelas improvisações que nem sempre dão certo: colocar a caneca cheia de café na página do livro para segurar, colocar outros tipos de pesos em cima, o que podeContinuar lendo “Facilitando nossa vida: suportes para livros”

Resenha: “O cérebro e a linguagem”, de Benjamin Bergen

O estudioso americano Benjamin K. Bergen é especialista em linguística e ciência cognitiva. Fez um doutorado na Universidade da Califórnia, onde é professor e diretor do laboratório de Linguagem e Cognição (segundo a biografia nesta obra, 2013). Veja um vídeo do pesquisador abordando uma questão curiosa: por que há palavras consideradas profanas em certas culturas?Continuar lendo “Resenha: “O cérebro e a linguagem”, de Benjamin Bergen”

Qual o futuro da nossa mente?

O cérebro é ainda o grande desconhecido da Ciência, que busca entendê- lo, melhorá- lo e fortalecê- lo. O livro do nipo- americano Michio Kaku, em uma linguagem bastante acessível, com muitas referências literárias e histórias interessantes, repassa as descobertas científicas na obra “O futuro da nossa mente” (minha edição é uma espanhola no finalContinuar lendo “Qual o futuro da nossa mente?”

PDF grátis: “Paisagens sígnicas: uma reflexão sobre as artes visuais contemporâneas”

Um bom livro que reflete sobre as artes contemporâneas sob várias perspectivas: histórica, semiótica, filosófica, que serve como introdução às artes. Possui uma boa bibliografia para ajudar na sua pesquisa. A publicação é da Universidade Federal da Bahia. Então segue o PDF grátis de “Paisagens sígnicas: uma reflexão sobre as artes visuais contemporâneas”, da professoraContinuar lendo “PDF grátis: “Paisagens sígnicas: uma reflexão sobre as artes visuais contemporâneas””

Resenha: “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón

Este é um dos melhores livros escritos em português. “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón é comparável ao “Livro do desassossego”, de Fernando Pessoa. Narrar é prova de amor. O amor cobra declarações, testemunho do que sente. Fala da desesperada medida humana. Como amar sem os vizinhos saberem? Sem tornar pública a paixão que alberga osContinuar lendo “Resenha: “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón”

Quantos livros você lê por ano?

Que tipo de leitor você é? Lê muito ou pouco? Por obrigação ou prazer? Lê livros inteiros ou só fragmentos? Lê só nas férias? Lê em todos os lugares, até de pé no ônibus ou metrô? Detesta ler, mas sabe que é necessário? Que tipo de leitores são as brasileiras e brasileiros?

Como ter uma memória de elefante

“Os elefantes nunca esquecem quando foram maltratados por alguém, nem esquecem o cheiro da roupa da tribo que os atacou anteriormente, são capazes de distinguir o chamado de mais de cem indivíduos diferentes e de recordar rotas concretas que os levem às mais diversas fontes de alimento e água” Tudo começa pelo pensamento. Um pensamentoContinuar lendo “Como ter uma memória de elefante”

Resenha: “Tartufo”, de Molière

Você sabe o motivo da cor amarela ser considerada de má sorte para os atores? Continue lendo para descobrir! Literatura clássica francesa. Livros seculares como “Tartufo”, do parisino Molière, emocionam- me muito! Uma obra assim você não pode deixar de colocar na sua lista de leituras. Ela representa com perfeição arquétipos sociais, como a hipocrisia,Continuar lendo “Resenha: “Tartufo”, de Molière”