Uma ode ao amor

De repente a dor /De esperar terminou/ E o amor veio enfim/ Eu que sempre sonhei/ Mas não acreditei/ Muito em mim/ Vi o tempo passar/ O inverno chegar/ Outra vez mas desta vez/Todo pranto sumiu/ Um encanto surgiu/Meu amor  (“Você”, Tim Maia) Das lembranças Que eu trago na vida Você é a saudade Que eu gosto de ter (“Outra vez”, Roberto Carlos) Aguardando-te, amor, revejo os dias  Da minha infância já distante, quando  Eu ficava, como hoje, te esperando  Mas sem saber ao certo se virias.  (“Soneto da espera”, Vinícius de Moraes) Que este amor não me cegue nem me siga. E de mim mesma nunca se aperceba. … Continuar lendo Uma ode ao amor

Dia da Língua Portuguesa: 10 de junho

Ontem comemorou- se o Dia da Língua Portuguesa, porque é o dia da morte de Luis Vaz de Camões (Lisboa, 1524 — Lisboa, 10/06/1580)  escritor português considerado um dos maiores poetas da nossa língua. Talvez esse poema seja o mais conhecido de Camões, que tudo indica, foi inspirado por uns versículos da Bíblia (Coríntios 13): Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. É um não querer mais que bem querer; É um andar solitário entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É um cuidar que se … Continuar lendo Dia da Língua Portuguesa: 10 de junho