Resenha: “O estrangeiro”, de Albert Camus

Essa é uma das leituras mais complicadas que já fiz. A análise não está completa, talvez nunca esteja, ainda estou pensando. Depois de ter lido “A queda” e ter adorado, emendei com “O estrangeiro”, que é uma das obras mais conhecidas de Albert Camus. História complexa. Confesso que me faltam recursos “técnicos” em Psicologia paraContinuar lendo “Resenha: “O estrangeiro”, de Albert Camus”

A literatura no cinema

Assisti três filmes muito bacanas nos últimos dias e vi que eles tinham algo em comum: todos falam sobre literatura e filosofia em algum momento. Um deles não pude anotar as frases, porque foi no cinema,  “Irrational Man” (2015), de Woody Allen. Esse filme deixou- me surpresa, ele não é o que parece. O trailer parece aContinuar lendo “A literatura no cinema”

Dostoiévski & X-MEN: ou como os desenhos podem ser instrutivos- por Gerson de Almeida

A série X-Men na telona serviu para algumas coisas: 1º) rasgar a camiseta do Hugh Jackman e mandar hordas de marmanjos às academias; 2º) desgraçar o cabelo da lindona Halle Berry e levar a mulherada a fazer cortes esquisitos; 3º) criou um Gambit sem senso de humor, mais para um muçulmano carrancudo que para umContinuar lendo “Dostoiévski & X-MEN: ou como os desenhos podem ser instrutivos- por Gerson de Almeida”

Resenha: Uma criatura dócil, Fiódor Dostoiévski

…Enquanto ela estiver aqui, tudo vai bem: a cada instante chego perto para vê- la, mas que será de mim quando a levem amanhã e eu fique sozinho? (p. 15) Esse livro começa com uma nota do próprio Dostoievski explicando um pouco sobre o gênero do relato, que ele classifica de “fantástico”, mas com umContinuar lendo “Resenha: Uma criatura dócil, Fiódor Dostoiévski”

Resenha: Crime e Castigo, de Fiódor M. Dostoiévski

(…) a compaixão, em nossos tempos, está proibida pela Ciência. (p. 23) Começo dando um conselho: não perca tempo. Não temos tempo para ler tudo o que gostaríamos durante a nossa vida, então comece pelos melhores, os clássicos como “Crime e Castigo”, por exemplo. Segundo conselho: não desista nas 100 primeiras páginas, porque é a partirContinuar lendo “Resenha: Crime e Castigo, de Fiódor M. Dostoiévski”

Memórias do Subsolo, Fiódor M. Dostoievski

“A melhor definição do homem seria: um sujeito mal- agradecido com um par de pernas.” (p. 94) Eu acho que a escolha das nossas leituras não são por acaso, há algo de seleção intuitiva, cada livro cai na nossa mão na hora certa ( e quando não é, geralmente a leitura acaba sendo abandonada). Então vamos,Continuar lendo “Memórias do Subsolo, Fiódor M. Dostoievski”

“A náusea”, Jean- Paul Sartre

Algo me aconteceu, não posso continuar duvidando. Veio como uma doença, não como uma certeza ordinária nem como uma evidência. Instalou- se pouco a pouco, eu me senti estranho, algo incomodado, nada mais (…). E agora cresce. (“A náusea”, p. 17) Jean- Paul Sartre ( Paris, 21/06/1905 – Paris, 15/ 04/ 1980) existencialista e marxista- humanista (correntes de pensamento que tambémContinuar lendo ““A náusea”, Jean- Paul Sartre”