PDF grátis: “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector


Nesta obra, “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector, que você pode baixar gratuitamente aqui, há um dos melhores contos da literatura brasileira: “Felicidade clandestina”, que deu nome ao livro.

Clarice Lispector

Que felicidade ter um livro querido e desejado nas mãos, não é? A menina do conto, talvez a voz da menina Clarice, sentiu essa “felicidade clandestina” ao conseguir o livro de sua “algoz”. Não deixe de ler!

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Cepe lança a segunda edição do Prêmio Nacional de Literatura


Uma boa oportunidade para o ano que vem, vá preparando os seus textos! A Cepe (Companhia Editora de Pernambuco) nos enviou o texto da coletiva de imprensa (que publico na íntegra):

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Concurso distribuirá um prêmio total de R$ 80 mil

Considerado um dos principais concursos literários do país, o Prêmio Nacional Cepe de Literatura terá o edital de sua segunda edição disponibilizado no dia 12 de fevereiro de 2016, através do endereço http://www.cepe.com.br.

Em entrevista coletiva realizada na Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), o diretor-presidente da Cepe, Ricardo Leitão, informou que, com exceção da ampliação do prazo de inscrição – que irá de 1º de março a 15 de junho –, o edital adotará os mesmos critérios do da edição anterior do prêmio.

Como na primeira edição, o concurso distribuirá um prêmio total de R$ 80 mil, sendo R$ 20 mil para os primeiros lugares de cada categoria: romance, conto, poesia e literatura infantojuvenil. Cada concorrente só poderá se inscrever em apenas uma das quatro categorias.

Lançado em 2015, dentro das comemorações dos 100 anos da Imprensa Oficial de Pernambuco, o prêmio, em sua primeira edição, contabilizou 579 inscrições, oriundas de quase todos estados brasileiros. Também se inscreveram brasileiros residentes em outros países, como Portugal, Chile, Estados Unidos e Holanda.

 

Concurso literario: “Migrantes: en busca de pan, refugio y libertad”


“Migrantes: en busca de pan, refugio y libertad” es el nombre del concurso de microrrelatos promovido por Amnistía Internacional.

He sabido de este concurso en la Feria del Libro de Madrid, por intermedio de una pareja de voluntarios de Amnistía Internacional que intentaban recoger firmas para cambiar la ley de inmigración, pues “Las personas migrantes, refugiadas, solicitantes de asilo y desplazadas internas también tienen derechos humanos.”. Lo triste es que nadie de la enorme cola que estaba yo (inmensa, de padres y niños, para las “Sweet California”) nadie, absolutamente nadie, excepto yo, firmaron la petición. Esto puede significar muchas cosas: ninguna buena.

La fecha límite de admisión de relatos originales es el día 31 de octubre de 2015 a las 24:00h. El prémio es simbólico.

Puedes leer las bases del concurso aquí.

Puedes colaborar con Amnistía Internacional como voluntario, haciendo donaciones o comprando algo en su tienda, como estas camisetas tan chulas:

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“Alas para tus ideias” y tu corazón.

Os prejuízos da literatura ruim


Esse post surgiu de uma discussão desagradável com uma pessoa lá no meu perfil do Falando em Literatura no Facebook. Obrigada, valeu um post! Eu defendo literatura de qualidade, isso é inegociável. Literatura boa não tem que ser “difícil” nem “chata”, judiação com a nossa querida literatura e seus escritores quem pensa assim. Pode ter livro considerado muito bom que eu, você, qualquer pessoa, pode não gostar.  Você não é obrigado a gostar de tudo, mas mesmo assim, esses livros irão te acrescentar muito mais do que qualquer best- seller água-com- açúcar, enlatados e afins. Mas agora eu não vou falar dos benefícios da boa literatura e sim dos malefícios dos livros ruins:

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1º. Raiva. Se você tiver o mínimo de bom senso e cair na armadilha de comprar um desses livrinhos, quando começar a leitura vai passar uma baita de uma raiva. “Putz, por que comprei isso?!”

2º. Prejuízo financeiro: investir num livro descartável é jogar dinheiro fora. Não é melhor investigar, saber mais sobre o autor e também sobre a obra ao invés de engolir tudo o que as editoras tentam nos vender como grandes obras?

3º. Tempo: perder tempo com literatura ruim é um péssimo investimento. Muito melhor alimentar o nosso cérebro com aprendizados dos grandes escritores clássicos e contemporâneos.

4º. Vício: se você começar a ler livros “fáceis”, pode achar que toda literatura mais elaborada, com muitos recursos de estilo, com uma narrativa que te coloque para pensar, “difíceis”.

5º. Abandono: literatura ruim pode te fazer abandonar a leitura e a literatura.

6º. Espaço: um livro ruim vai ocupar espaço na sua estante, criar poeira, jamais será relido, nem indicado para outras pessoas.

7º. Esquecimento: livro ruim será esquecido assim que fechado, não vai remexer o seu interior, desestruturar nem para o bem nem para o mal.

8º. Leitor: livros ruins formam leitores ruins, que possivelmente formarão novos péssimos escritores. Por favor, não, não!

9º. Vestibular, ENEM: literatura ruim não cai em concursos, então para quê perder tempo com isso?!

10º. Futuro: quando você estiver mais velho e experiente vai se arrepender de todas as leituras ruins que fez. Palavra de honra!

11º. Constrangimento: livro ruim você tem até vergonha de mostrar que está lendo. Esconde na bolsa, disfarça. Não é melhor ter orgulho do livro que carrega consigo?! E a vergonha alheia que nos proporciona aquele leitor orgulhoso de literatura descartável…(ideia da leitora Michele Viviane Vasconcelos)

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E agora um pedido: leia algum livro considerado ruim e depois compare com qualquer bom escritor ou escritora nacional, não precisa sair do Brasil. Perceba, anote as diferenças e venha contar aqui no Falando em Literatura, a sua opinião será publicada. Ah, e se quiser, pode completar a lista acima…o que a literatura ruim pode nos trazer? A melhor resposta vai ganhar…um livro BOM!

Ángeles Caso ganhadora do prêmio literário Planeta


O Prêmio Planeta promovido por  uma das maiores editoras da Espanha e do Mundo, que leva o mesmo nome do prêmio, escolhe anualmente um romance e premia com 601 mil euros ao primeiro lugar e 150.250 euros para o segundo lugar. Nada mal, nao?

A felizarda desse ano foi Ángeles Caso, que é filha de um famoso catedrático da Universidad de Oviedo, que chegou a ser reitor da mesma universidade. Panela literária?

“Contra el viento” é uma narrativa de aventura e ação, que conta a história de uma heroína de Cabo Verde, uma mulher que imigra para a Europa e passa muito mal.

Ángeles Caso perdeu o protagonismo para o catedrático e escritor Pere Giamferrer, que desmaiou na hora do discurso da ganhora. Bateu a cabeça, deixando um ferimento. Foi atendido, mas nao é nada grave. Veja video.

Update (10:26 hrs): entrevista ao vivo com  Angeles Caso no “Está Pasando” , de Antena 3, a autora conta que se inspirou numa “amiga” pra escrever o livro. “Amiga” essa que era a empregada da sua casa, pessoa que cuidou da sua casa e filhos para ela poder estar livre para fazer as suas coisas. Também Emílio Calderón, segundo lugar, que escreveu  “La bailarina y el inglés”. Antes só havia escrito literatura infanto- juvenil e conseguiu ganhar o prêmio com um livro do gênero policial, que mistura humor negro e  novela de época.

Hoje sairá o Prêmio Nobel de Literatura 2009


Hoje sairá o ganhador do Nobel de Literatura que será revelado ao vivo de Estocolmo, via Youtube.

Segundo o jornal espanhol El País, os dois favoritos sao o americano Philip Roth e o israelense Amos Oz. Nao há na lista nenhum escritor de língua portuguesa.

Identidade Perdida


“Identidade Perdida” é um curta- metragem escrito por André Parish Bamberg e o protagonista é Kadu Veiga (Carlos Eduardo Veiga Araújo), veja sinopse:

“A questão da perda de documentos é encarada como um dos grandes entraves junto aos órgãos públicos responsáveis pelo setor: aumenta as demandas de trabalho, provoca a superlotação nos estabelecimentos competentes, além de causar sérios transtornos de ordem legal, a exemplo dos crimes de falsidade ideológica, estelionato e clonagem. Partindo desta abordagem, o filme conta a história de Paulo Soares, um cidadão brasileiro de aproximadamente 30 anos, que resolve renovar sua carteira de identidade. Ao se deparar com o caos burocrático e o congestionamento das enormes filas, nosso protagonista presencia um indivíduo que acabara de tirar a identidade retornar ao balcão de senhas para solicitar uma nova via, afirmando que havia perdido a anterior, minutos após deixar o local. O descuido do homem revolta Paulo que o acusa de ser um dos grandes responsáveis pelo atraso de todo o processo. Transtornado, o protagonista inicia um discurso inflamado ali mesmo, no balcão de senhas, tendo como público os integrantes da fila em que se encontra. Mas, o que Paulo não sabia, era que, ao sair daquele órgão com sua nova identidade, a vida iria lhe pregar uma peça.” (filmabrasil.com)

O roteiro está participando de um concurso e você pode votar aqui: “Identidade perdida”

Veja o trailler, é muito interessante: