Você já roubou um livro?

Eu nunca roubei um livro. Aliás, nunca roubei nada. Já fui roubada algumas vezes, isso sim. Quando eu tinha 11 anos , peguei uma caneta de quatro cores no escritório do meu tio e a levei comigo, “ele tem tantas, … Continuar lendo Você já roubou um livro?

PDF grátis: “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector

Nesta obra, “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector, que você pode baixar gratuitamente aqui, há um dos melhores contos da literatura brasileira: “Felicidade clandestina”, que deu nome ao livro. Que felicidade ter um livro querido e desejado nas mãos, não é? … Continuar lendo PDF grátis: “Felicidade clandestina”, de Clarice Lispector

Resenha: “A cidade Sitiada”, de Clarice Lispector

Perder- se também é caminho (p.138) Na minha conversa diária com os escritores através de suas vivas literaturas, é onde encontro respostas para as minhas diversas inquietações. Há mais diálogo produtivo e interessante com os mortos, do que com os … Continuar lendo Resenha: “A cidade Sitiada”, de Clarice Lispector

Hoje: um texto por hora e aniversário de Antônio Torres!

Hoje, lá no nosso Facebook, haverá postagens de hora em hora. Como o nosso fuso é espanhol, já começou! Curta nossa página e nossos posts, isso é importante para motivar e saber se estamos pelo caminho certo ou não. Clarice … Continuar lendo Hoje: um texto por hora e aniversário de Antônio Torres!

A descoberta da vida, do amor em Clarice Lispector

Por Rômulo Pessanha Começo pelo começo que ninguém sabe quando começou. A busca pela origem da matéria que contém a vida é algo que nos causa medo e paixão, terror e medo, sensação de aventura e medo, tudo porque a … Continuar lendo A descoberta da vida, do amor em Clarice Lispector

Resenha: “A casa da paixão”, de Nélida Piñón

Eu me sacrificarei ao sol. Meu corpo está impregnado de musgos, ervas antigas, fizeram mazelas e chá do meu suor, todos da minha casa. (p. 49) Esse é um trabalho fino de escritura. A obra “A casa da paixão” fala … Continuar lendo Resenha: “A casa da paixão”, de Nélida Piñón

Livros que viraram filmes

É impossível dissociar cinema de literatura, já que antes de virar imagem, precisou existir um texto, um roteiro ou a adaptação de alguma obra. Uma das maiores fontes de inspiração para o cinema, sem dúvida, é a literatura. Clarice Lispector, Gianfrancesco Guarnieri, José de Alencar, entre outros… Veja o texto completo aqui, no blog PalomitaZ, na Revista BrazilcomZ.   Continuar lendo Livros que viraram filmes

CLARICE NÃO MORREU! VIVE (MALTRATADA) NO FACEBOOK…

“Clarice não morreu!” Começo com este grito. Visto que em vida ela não foi tão cultuada, o nome de Clarice Lispector (1920 – 1977) nunca foi tão aclamado como na era digital, o século da revolução informática. Há pensamentos e … Continuar lendo CLARICE NÃO MORREU! VIVE (MALTRATADA) NO FACEBOOK…

Sorteio de livro! Antologia de contos de Clarice Lispector

Para comemorar as cinco mil curtidas na fan page do Falando em Literatura, vou sortear um livro muito bom: Contos de Clarice Lispector, edição portuguesa da editora Relógio d’Água. A antologia reúne os livros A legião estrangeira, Felicidade Clandestina, A via crucis do corpo, Onde estivestes de noite e A bela e a fera.  O sorteio será realizado no dia 19 de outubro (adiado para 20 de outubro, segunda- feira)*. Pode participar gente de qualquer parte do mundo, só é necessário curtir a fan page do Falando em Literatura e seguir o blog. Avise aos amigos! Cinco mil na fan page, cinco mil … Continuar lendo Sorteio de livro! Antologia de contos de Clarice Lispector

O absurdo da reprodução irresponsável

A Internet trouxe muitas coisas boas, como a comunicação entre pessoas do mundo todo, a facilidade de pesquisa e a informação em tempo real. Mas também proliferou informações incorretas e duvidosas de gente que não está preocupada em ir nas fontes, documentar- se e só então reproduzir na Internet. Eu já vi vários textos atribuídos a escritores equivocados e a partir de agora vou começar a documentar e reproduzir aqui, serve como puxão de orelha. O site KD Frases é um campeão em fazer esse tipo de coisa, encontre o erro: Percebeu? Texto (supostamente) de Rachel de Queiroz com foto de … Continuar lendo O absurdo da reprodução irresponsável

Resenha: A maçã no escuro, Clarice Lispector

(…) A amizade é muito bonita mesmo. Mas o amor é mais. Eu não podia ter amizade por um homem que eu tinha amado. (p. 206) Em “A maçã no escuro”, Clarice Lispector (Chechelnyk- Ucrânia, 10 de dezembro de 1920 – Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1977)  … Continuar lendo Resenha: A maçã no escuro, Clarice Lispector

O primeiro parágrafo de dez livros

Começar, quem sabe, pode ser mais importante que terminar; afinal, o primeiro parágrafo pode determinar se o leitor fica ou vai. Selecionei alguns primeiros parágrafos de obras importantes. Por que será que esses grandes escritores escolheram esses parágrafos e não outros para começarem as suas obras? O primeiros parágrafo também serve para sentir o estilo do autor e qual o tema do livro, ou seja, também serve como sinopse. 1. Machado de Assis, Iaiá Garcia: Luis Garcia transpunha a soleira da porta, para sair, quando apareceu um criado e lhe entregou esta carta: 5 de outubro de 1866. Sr. Luís Garcai- … Continuar lendo O primeiro parágrafo de dez livros

Feliz Aniversário, de Clarice Lispector

Nesse Natal, desejo a todos os leitores que me acompanharam nesse ano, muita leitura, além de saúde, paz, prosperidade e amor verdadeiro! Que as relações familiares sejam, efetivamente, de amor e interesse mútuo, não só por convenções sociais, como nesse texto da Clarice: Feliz Aniversário A família foi pouco a pouco chegando. Os que vieram de Olaria estavam muito bem vestidos porque a visita significava ao mesmo tempo um passeio a Copacabana. A nora de Olaria apareceu de azul-marinho, com enfeite de paetês e um drapeado disfarçando a barriga sem cinta. O marido não veio por razões óbvias: não queria … Continuar lendo Feliz Aniversário, de Clarice Lispector

A morte de Clarice Lispector, por Ferreira Gullar

Ferreira Gullar era amigo de Clarice Lispector. Quando soube de sua morte (1977) não conseguia parar de pensar na amiga recém- falecida. Escreveu “Na vertigem do dia” no táxi indo para o aeroporto, pensando nela: Enquanto te enterravam no cemitério judeu do Caju* (e o clarão de teu olhar soterrado resistindo ainda) o táxi corria comigo à borda da Lagoa na direção de Botafogo as pedras e as nuvens e as árvores no vento mostravam alegremente que não dependem de nós Veja o escritor contando como soube da morte de Clarice e aonde compôs o poema: * No poema original … Continuar lendo A morte de Clarice Lispector, por Ferreira Gullar