Sorteio de livros!

Ordenando as minhas estantes nesta semana, encontrei livros duplicados (e novos!) que sortearei para vocês. Os livros em questão são: “Gramática da Língua Portuguesa”, de Clara Amorim e Catarina Sousa, uma edição portuguesa, e “Contos de aprendiz”, de Carlos Drummond de Andrade, que é um clássico da literatura brasileira: Para participar basta seguir o FalandoContinuar lendo “Sorteio de livros!”

“A morte do leiteiro”, de Carlos Drummond de Andrade

  Morte do Leiteiro (Carlos Drummond de Andrade) Há pouco leite no país, é preciso entregá-lo cedo. Há muita sede no país, é preciso entregá-lo cedo. Há no país uma legenda, que ladrão se mata com tiro. Então o moço que é leiteiro de madrugada com sua lata sai correndo e distribuindo leite bom para genteContinuar lendo ““A morte do leiteiro”, de Carlos Drummond de Andrade”

Manuel Bandeira e Drummond no Parque dos Poetas em Portugal

Alguns sonhadores pensaram que seria uma boa ideia criar um parque onde a poesia fosse a grande atração. E realmente foi uma excelente ideia! Alguns dos idealizadores do parque:  Isaltino Morais, presidente da Câmara de Oeiras (1985-1989), o poeta e escritor David Mourão-Ferreira e o escultor Francisco Simões. O Parque dos Poetas é grande, tem “22 hectaresContinuar lendo “Manuel Bandeira e Drummond no Parque dos Poetas em Portugal”

Foi você quem disse, Drummond?! Quiz!

O que você sabe sobre um dos maiores escritores modernistas do Brasil? O mineiro Carlos Drummond de Andrade nos deixou uma obra preciosa e que vale a pena ser lida e relida. Preparei um quiz rápido, sete perguntas para você testar os seus conhecimentos sobre o autor. Vamos brincar?! Segue o link. clica aqui. EstátuaContinuar lendo “Foi você quem disse, Drummond?! Quiz!”

114 anos de Carlos Drummond de Andrade

No próximo dia 31 de outubro, o escritor mineiro de Itabira, completará 114 anos de nascimento. Jornalista,  funcionário público, poeta, contista e cronista, Drummond deixou uma marca forte e inexorável na literatura brasileira. Não entrou para a Academia Brasileira de Letras, mas é mais imortal que muitos imortais. Drummond teve 13 irmãos e seus pais eramContinuar lendo “114 anos de Carlos Drummond de Andrade”

Agenda de feiras de livros no Brasil (Agosto/Setembro) e algum desabafo

Veja as feiras de livros que estão acontecendo agora ou que começarão em setembro: 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, de 26 de agosto a 4 de setembro (site) Eu fiquei tão constrangida quando vi a lista de “autores” que dariam autógrafos, que nem vou reproduzir aqui. O panorama literário brasileiro, infelizmente, vai deContinuar lendo “Agenda de feiras de livros no Brasil (Agosto/Setembro) e algum desabafo”

Antônio Torres no “Afiando a Língua”, de Tony Bellotto

O escritor Antônio Torres (Bahia, 1940) foi entrevistado por Tony Belloto (São Paulo, 1960, grande titã!) junto com  o cantor e compositor Jards Macalé (Rio de Janeiro, 1943). O mestre Torres nos conta suas histórias, suas andanças pelo mundo, seus “causos” (que adoramos!) e Macalé na viola, inspira- se também na literatura para criar suasContinuar lendo “Antônio Torres no “Afiando a Língua”, de Tony Bellotto”

A passagem do ano

Passar de um ano ao outro exige um ritual: ordenar a casa, limpar gavetas, deixar para trás tudo o que não serve, fazer a passagem leve e livre para as coisas “novas”. Renascemos das tristezas, das perdas, das injustiças, das solidões, do desamor, das doenças, da falta de dinheiro, das frustrações. O ser humano éContinuar lendo “A passagem do ano”

Poema: Vamos, não chores- de Drummond

E no Dia dos Namorados no Brasil, mais que uma data comercial, deveria ser um dia de encontros, de reforçar compromissos, de celebrar o amor. Tem coisa melhor na vida que o amor?! Felicidades se você encontrou o seu amor, mas se o perdeu ou se ainda o encontro não aconteceu, ofereço esse poema de CarlosContinuar lendo “Poema: Vamos, não chores- de Drummond”

“Oficina Irritada”, Carlos Drummond de Andrade

  Oficina Irritada “Eu quero compor um soneto duro como poeta algum ousara escrever. Eu quero pintar um soneto escuro, seco, abafado, difícil de ler. Quero que meu soneto, no futuro, não desperte em ninguém nenhum prazer, E que, no seu maligno ar imaturo, ao mesmo tempo saiba ser, não ser. Esse meu verbo antipáticoContinuar lendo ““Oficina Irritada”, Carlos Drummond de Andrade”