Feliz 2016!


Último dia do ano! Como foram as leituras em 2015? Cumpriram suas metas?

bcz

Deixo aqui um poema muito bonito de Mario Benedetti:

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Não te rendas

Não te rendas, ainda é tempo
De se ter objetivos e começar de novo,
Aceitar tuas sombras,
Enterrar teus medos
Soltar o lastro,
Retomar o vôo.
Não te rendas que a vida é isso,
Continuar a viagem,
Perseguir teus sonhos,
Destravar o tempo,
Correr os escombros
E destapar o céu.
Não te rendas, por favor, não cedas,
Ainda que o frio queime,
Ainda que o medo morda,
Ainda que o sol se esconda,
E o vento se cale,
Ainda existe fogo na tua alma.
Ainda existe vida nos teus sonhos.
Porque a vida é tua e teu também o desejo
Porque o tens querido e porque eu te quero
Porque existe o vinho e o amor, é certo.
Porque não existem feridas que o tempo não cure.
Abrir as portas,
Tirar as trancas,
Abandonar as muralhas que te protegeram,
Viver a vida e aceitar o desafio,
Recuperar o sorriso,
Ensaiar um canto,
Baixar a guarda e estender as mãos
Abrir as asas
E tentar de novo
Celebrar a vida e se apossar dos céus.
Não te rendas, por favor, não cedas,
Ainda que o frio te queime,
Ainda que o medo te morda,
Ainda que o sol ponha e se cale o vento,
Ainda existe fogo na tua alma,
Ainda existe vida nos teus sonhos
Porque cada dia é um novo começo,
Porque esta é a hora e o melhor momento
Porque não estás sozinho, porque eu te amo

Mais um ano juntos, obrigada pela companhia! Até o ano que vem!

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Então é Natal!


O ano de 2015 não foi o meu melhor ano de leituras, nem em quantidade, nem em qualidade. O meu propósito para 2016 é terminar a leitura de “Dom Quixote”, sem isso não vou pegar outros livros. E bato o pé: Cervantes ou nada!

Esse é o final de ano mais atarefado, acho, de toda a minha vida. Talvez sejam os dias mais tranquilos para a maioria (a não ser para muitas mães que fazem comida para um batalhão), mas para mim está sendo o contrário. Nem podia, mas tive que vir aqui desejar boas festas aos amigos (até os inimigos), colaboradores (obrigada Gerson, Elton e Rômulo!) e leitores do Falando em Literatura, que é o meu xodó, minha alegria, meu tesouro. Por nada eu deixo esse blog, tem uma coleção de beleza aqui, que pode não ter valor financeiro, mas me enche de alegria, aqui me sinto em casa.

Eu volto em 2016 cheia de projetos, como o Falando em Literatura TV (quem não se inscreveu, se inscreve lá no Youtube, só posso escolher o link quando tiver 100 inscritos, fora que assim você não perde o primeiro mico- quer dizer- vídeo. Falta terminar de editar, está quase, quase pronto. Dá um medinho, aqui estou menos exposta, mas ainda assim vou tentar entrar em contato com um público diferente e tentar trazer mais alguns para o lado da luz, ou seja, a Literatura.

Obrigada pela companhia nesse ano que está quase no fim. Em 2016 já entramos no 8º ano desse blog literário, uma verdadeira façanha dentro desse mundo virtual tão fugaz. Em parte, “a culpa” é de vocês, que estimulam e me fazem companhia.

Um feliz Natal! Um 2016 maravilhoso!

Último dia de 2011


Não deveria começar um post com “não” e nem “infelizmente”, mas infelizmente esse não foi o melhor ano da minha vida e está terminando de uma forma estranha, uma triste felicidade: triste, porque o marido sofreu um acidente na véspera de Natal e passamos dias difíceis, ainda estamos passando, mas a fase pior já passou e agora ele está se recuperando; feliz, porque poderia ter sido pior, o importante é que ele já está em casa. Mas de todas as formas, é um final que ninguém espera ou gostaria de ter, um final acidentado fechando esse dezembro e esse ano de 2011.

Terminei de ler o livro de Sylvia Plath, “A redoma de vidro” (em espanhol “La campana de cristal”), mas com os últimos acontecimentos, não tive tempo escrever uma resenha, ele vai entrar para as “Leituras 2011”, mas o post só vai entrar em  em 2012.

Aproveito para agradecer aos visitantes silenciosos e os poucos amigos que me enriqueceram com seus comentários, opiniões e também correções.

A lista de leituras do ano de 2011 ficou assim:

Dezembro

22. “La campana de cristal”, Sylvia Plath, Barcelona, Edhasa, 1997. 381 páginas

( Post sobre o livro em breve)

Novembro

21. Falero-Galindo, Luis. Fundido en blanco, Huelva, Diputación Provincial de Huelva, 2011. 93 páginas.

Post sobre o livro

20. Saramago, José. Claraboia, Lisboa, Caminho, 2011. 398 páginas

Post sobre o livro

Outubro

19. Proust, Marcel. Os prazeres e os dias. Editorial Estampa, Lisboa, 2010. 167 páginas

Post sobre o livro

Setembro

18. Tiburi, Marcia. Magnólia. Bertrand do Brasil, Rio de Janeiro, 2005. 249 páginas.

Post sobre o livro

Agosto

17. Allende, Isabel. El cuaderno de Maya. Plaza Janés, Barcelona, 2011. 443 páginas

Post sobre o livro

16. Reaves, K.; Grant, A.; Ode to happiness, Steidl Publishers, Germany, 2011. 30 páginas

Post sobre o livro

Junho

15. Sartre, Jean- Paul; La suerte está echada, Losada, Buenos Aires, 2004. 155 páginas

Post sobre o livro

14. Coura, R., Neto, A. R.,  Imagens & Poemas, UFPB, Paraíba, 2008.

Post sobre o livro (com vídeobook)

Maio

13. Gorz, André. Carta a D.: História de un amor. Paidós, Barcelona, 2008. 110 páginas.

Post sobre o livro

12. Caso, Angeles. Contra el viento. Planeta, Barcelona, 2010. 268 páginas

Post sobre o livro

Abril

11. Ivo, Lêdo. Calima. Vaso Roto, Barcelona, 2011. 313 páginas

Post sobre o livro

Março

10. Assis, Machado. O alienista. Alma azul. Coimbra, 2005. 92 páginas.

Post sobre o livro

9. Goethe, Las penas del joven Werther. Austral, Madrid, 2007. 174 páginas

Post sobre o livro.

Fevereiro

8. Bach, Richard. Juan Salvador Gaviota, Zeta, Barcelona, 2010. 108 páginas.

Post sobre o livro

7. Rilke, R. M., “Cartas a um poeta”, Portugália, Lisboa, 2009. 101 páginas.

Post sobre o livro

6. Cunha, D.M., O ar em seu estado natural: textos sobre letras do Clube da Esquina. CBJE, Rio de Janeiro, 2010. 75 páginas.

Post sobre o livro

5. Salinger, J.D. El guardián entre el centeno. Alianza, Madrid, 2010. 279 páginas.

Post sobre o livro

4. Navarro, Julia. Dime quién soy. Barcelona. Plaza Janés, 4ª edição, 2010. 1097 páginas.

Post sobre o livro.

Janeiro

3. Pinto, Margarida R. O dia em que te esqueci. Portugal. Oficina do Livro, 2010. 171 páginas

Post sobre o livro

2. Kerouac, Jack. Tristessa. Lisboa, Relógio D’água, 2009. 97 páginas

Post sobre o livro

1. Gullar, Ferreira. Cidades Inventadas, Lisboa, Ulisseia, 2010. 107 páginas

Post sobre o livro.

Que o ano novo traga muitas novidades e boas leituras pra todos nós! Feliz 2012!