Leitores de livros são mais atraentes, diz pesquisa

Leitores de livros são mais atraentes, segundo eHarmony. Você sente atração por tipos intelectuais, com a casa cheia de livros, frequentadores de livrarias e bibliotecas? Hum…não é má ideia, porque isso pode fazer toda a diferença na sua vida amorosa. … Continuar lendo Leitores de livros são mais atraentes, diz pesquisa

Sim, nós falamos de amor: II Oficina Falando em Literatura

Falar de amor em tempos de cólera é necessidade. É antídoto para a desesperança, para a dor. É o único caminho. Amor- próprio, amor ao outro, amor à família, amor à natureza, à literatura, à música, às artes, ao belo. A tudo … Continuar lendo Sim, nós falamos de amor: II Oficina Falando em Literatura

5 de junho: aniversário de 118 anos de Federico García Lorca

Um dos maiores escritores da língua espanhola, Federico García Lorca (Fuentevaqueros, 05/06/1898 – Víznar, 19/08/1936), poeta e dramaturgo, completa hoje 118 anos de nascimento. Formado em Letras e Direito, mudou de Granada para Madri onde conheceu inúmeros intelectuais. Viajou para Nova York e … Continuar lendo 5 de junho: aniversário de 118 anos de Federico García Lorca

A descoberta da vida, do amor em Clarice Lispector

Por Rômulo Pessanha Começo pelo começo que ninguém sabe quando começou. A busca pela origem da matéria que contém a vida é algo que nos causa medo e paixão, terror e medo, sensação de aventura e medo, tudo porque a … Continuar lendo A descoberta da vida, do amor em Clarice Lispector

Resenha: “Dilmês o Idioma da Mulher Sapiens”, de Celso Arnaldo

Por Gerson de Almeida Tentei Rir… Acabei aos Prantos: Dilmês o Idioma da Mulher Sapiens (Do site: http://www.dilmes.com.br)         O título não é uma piada. Não mesmo. Comprei o livro Dilmês o Idioma da Mulher Sapiens (Celso Arnaldo Araujo. Record; … Continuar lendo Resenha: “Dilmês o Idioma da Mulher Sapiens”, de Celso Arnaldo

Resenha: “A casa da paixão”, de Nélida Piñón

Eu me sacrificarei ao sol. Meu corpo está impregnado de musgos, ervas antigas, fizeram mazelas e chá do meu suor, todos da minha casa. (p. 49) Esse é um trabalho fino de escritura. A obra “A casa da paixão” fala … Continuar lendo Resenha: “A casa da paixão”, de Nélida Piñón

“A metade indivisível”, crônica do escritor português António Vilhena

Falar de amor parece fácil, mas é bem o contrário. Existe muita literatura a respeito, tanto em prosa quanto em verso, e às vezes, parece que pouco mais há para ser dito. Engano. O amor (ou o desamor) sempre será fonte de inspiração na literatura. … Continuar lendo “A metade indivisível”, crônica do escritor português António Vilhena

Uma carta de amor: Lord Byron a Caroline Lamb

Em Agosto de 1812, o poeta Lord Byron  (Londres, 22/01/1788 – Missolonghi, 19/04/1824) escreveu uma carta para a sua amante aristocrata Caroline Lamb, também escritora. Byron, casado com Anna Isabella Milbanke, teve inúmeras amantes, inclusive uma prima e sua irmã Augusta, com quem teve uma filha chamada Medora. Com a esposa teve uma filha, Ada Lovelace, que foi escritora e matemática. Os laços de sangue parece que não eram importantes para o poeta. Montagem de um retrato de Caroline e Lord Byron A carta de Byron é típica de um “bico doce”, lábia ele tinha. O texto é de amor e despedida, mas indo sem querer muito … Continuar lendo Uma carta de amor: Lord Byron a Caroline Lamb

Resenha: Uma criatura dócil, Fiódor Dostoiévski

…Enquanto ela estiver aqui, tudo vai bem: a cada instante chego perto para vê- la, mas que será de mim quando a levem amanhã e eu fique sozinho? (p. 15) Esse livro começa com uma nota do próprio Dostoievski explicando … Continuar lendo Resenha: Uma criatura dócil, Fiódor Dostoiévski

Resenha: “A história do amor de Fernando e Isaura”, Ariano Suassuna

Sou um escritor de poucos livros e poucos leitores. Vivo extraviado em meu tempo por acreditar em valores que a maioria julga ultrapassados. Entre esses, o amor, a honra e a beleza que ilumina caminhos da retidão,da superioridade moral, da … Continuar lendo Resenha: “A história do amor de Fernando e Isaura”, Ariano Suassuna

Uma ode ao amor

De repente a dor /De esperar terminou/ E o amor veio enfim/ Eu que sempre sonhei/ Mas não acreditei/ Muito em mim/ Vi o tempo passar/ O inverno chegar/ Outra vez mas desta vez/Todo pranto sumiu/ Um encanto surgiu/Meu amor  (“Você”, Tim Maia) Das lembranças Que eu trago na vida Você é a saudade Que eu gosto de ter (“Outra vez”, Roberto Carlos) Aguardando-te, amor, revejo os dias  Da minha infância já distante, quando  Eu ficava, como hoje, te esperando  Mas sem saber ao certo se virias.  (“Soneto da espera”, Vinícius de Moraes) Que este amor não me cegue nem me siga. E de mim mesma nunca se aperceba. … Continuar lendo Uma ode ao amor