“A morte do leiteiro”, de Carlos Drummond de Andrade

  Morte do Leiteiro (Carlos Drummond de Andrade) Há pouco leite no país, é preciso entregá-lo cedo. Há muita sede no país, é preciso entregá-lo cedo. Há no país uma legenda, que ladrão se mata com tiro. Então o moço que … Continuar lendo “A morte do leiteiro”, de Carlos Drummond de Andrade

Manuel Bandeira e Drummond no Parque dos Poetas em Portugal

Alguns sonhadores pensaram que seria uma boa ideia criar um parque onde a poesia fosse a grande atração. E realmente foi uma excelente ideia! Alguns dos idealizadores do parque:  Isaltino Morais, presidente da Câmara de Oeiras (1985-1989), o poeta e escritor David … Continuar lendo Manuel Bandeira e Drummond no Parque dos Poetas em Portugal

Você sabe o que significa “serendipity”?

O termo “serendipidade” vem do inglês “serendipity”. A palavra foi inventada pelo escritor britânico Horace Walpole (século XVIII), ela apareceu em um dos seus contos. O “serendipismo” acontece quando algo muito legal surge por acaso. Exemplo: um físico está estudando sobre … Continuar lendo Você sabe o que significa “serendipity”?

Voltando…primeiro post de 2017!

Resenha do livro “Histórias da Terra e do Mar, de Sophia de Mello Breyner Andresen. Continuar lendo Voltando…primeiro post de 2017!

Antonio Colinas ganha o Prêmio Rainha Sofía de Poesia Iberoamericana

O Prémio Reina Sofía de Poesia Iberoamericana é o maior prêmio de poesia de língua espanhola, mas que inclui também poetas que escrevem em língua portuguesa, inclusive foram premiados João Cabral, Nuno Júdice e Sophia de Mello. Esse ano levou o … Continuar lendo Antonio Colinas ganha o Prêmio Rainha Sofía de Poesia Iberoamericana

Resultado do sorteio: “Pseudopoesia”, de Alves Rosa

Muitos compartilharam em posts fechados, não posso ver quem são, obviamente esses não entraram no sorteio. Um número foi gerado aleatoriamente no site http://www.random.org. Veja a lista de quem participou e o seu número: 1. Tania Ziert Balão 2. Anilda Neves 3. … Continuar lendo Resultado do sorteio: “Pseudopoesia”, de Alves Rosa

“Multiculturalismo, fantástico poema de Pedro Lyra

Não é racismo preservar a própria cultura e defender os próprios costumes e estilo de vida no país em que nascemos. Quem chega é quem tem que integrar- se e não o contrário. Podemos aprender muito com o outro, com … Continuar lendo “Multiculturalismo, fantástico poema de Pedro Lyra

O livro que vai mudar a sua vida

Primeiro: vença a preguiça e a ideia de que “não gosta de ler”. Todo benefício exige um mínimo de esforço e vontade. Se você não gosta do que está recebendo e não faz nada, tudo vai continuar igual. Pensamento e … Continuar lendo O livro que vai mudar a sua vida

Bem- vindo, Angola!

Bem- vindo pessoal de Angola, que está descobrindo a nossa página! Um prazer tê- los aqui, Angola é um país lindo, de gente encantadora e uma literatura forte. Uma das minhas poetisas favoritas é a angolana Ana Paula Ribeiro Tavares … Continuar lendo Bem- vindo, Angola!

É o silêncio…de Pedro Kilkerry

A Bahia é a capital cultural do Brasil. Respira talento nas mais variadas disciplinas, música, literatura, dança, artes plásticas, cinema, arte dramática, só para citar alguns dos grandes: João Ubaldo Ribeiro, Jorge Amado, Dorival Caymmi, Antônio Torres, Antônio Brasileiro, Juracy … Continuar lendo É o silêncio…de Pedro Kilkerry

Resenha: “O grito”, de Paulo Guerra

O sonho/ é uma conversa/ clara (“Regresso quente ao combate”, Paulo Guerra) Frio na barriga quando um autor desconhecido me envia um livro. Como já comentei outras vezes, 99% não são de qualidade. Não é o caso de “Grito”, do … Continuar lendo Resenha: “O grito”, de Paulo Guerra

O imigrante e a perda de identidade

Ser imigrante não é fácil. Você pensa o contrário? Então vou te contar um pouco. Você chega em outro país com idioma, costumes, tradições, clima, geografia, idiossincrasias que não são os seus. E vai ter se adaptar, ou isso, ou … Continuar lendo O imigrante e a perda de identidade

“Oficina Irritada”, Carlos Drummond de Andrade

  Oficina Irritada “Eu quero compor um soneto duro como poeta algum ousara escrever. Eu quero pintar um soneto escuro, seco, abafado, difícil de ler. Quero que meu soneto, no futuro, não desperte em ninguém nenhum prazer, E que, no seu maligno ar imaturo, ao mesmo tempo saiba ser, não ser. Esse meu verbo antipático e impuro há de pungir, há de fazer sofrer, tendão de Vênus sob o pedicuro. Ninguém o lembrará: tiro no muro, cão mijando no caos, enquanto Arcturo, claro enigma, se deixa surpreender.” Carlos Drummond De Andrade, in Claro Enigma Continuar lendo “Oficina Irritada”, Carlos Drummond de Andrade