Você conhece Gertrude Stein?


A escritora Gertrude Stein (Pittsburgh, 03/02/1874- Paris, 27/07/1946) poeta, biógrafa e romancista, era amiga pessoal de vários escritores e pintores, inclusive Picasso, Matisse, Hemingway e Joyce, por exemplo. A biografia dela é muito interessante, merece um post exclusivo, que espero fazer em breve.

56-284966-5225360456-769966a61b-oGertrude e o seu retrato feito por Picasso (1906).

A autora ficou popularmente conhecida depois do filme de Woody Allen, “Midnight in Paris”, ela é uma das personagens.

O tradutor brasileiro, Elton Uliana, mestrando em Tradução na University College em Londres, gentilmente nos enviou a tradução de “Tender Buttons” (1914). Ele teve a máxima atenção com os detalhes, não quis modificar nem uma vírgula do texto original.

“Botões ternos” é a primeira obra de Stein publicada em inglês, onde ela transportou à arte verbal a sua experiência com as obras de arte tão presentes em sua vida. É uma experiência semiótica interessante, que inovou e abriu caminhos. A linguagem pode ter infinitas possibilidades, experimentar e criar coisas novas é preciso. A linguagem é tão plástica quanto uma obra de arte.

O conto de Gertrude Stein é uma viagem literária muito interessante. Veja a tradução de Elton Uliana (obrigada!):


BOTÕES TERNOS

Objetos · Comida · Quartos

Gertrude Stein

UMA GARRAFA, OU SEJA, UM VIDRO CEGO.

Um tipo de vidro e um primo, um espetáculo e nada de estranho uma única cor ferida e um arranjo em um sistema para apontar. Tudo isso e  não ordinário, não desordenado em não se assemelhar. A diferença está se espalhando.

BRILHO VITRIFICADO.

Níquel, o que é o níquel, é originalmente livre de uma tampa.

A mudança nisto é que o vermelho enfraquece a hora. A mudança chegou. Não há procura. Mas há, há aquela esperança e aquela interpretação e, por vezes, com certeza qualquer uma é indesejável, em algum momento há respiração e haverá uma sinecura e um encanto muito encanto é limpo isto e purificador? Certamente o cintilante é bonito e convincente.

Não há gratidão em misericórdia e na medicina. Pode haver quebras em japonês. Isso não é programa. Isso não é cor escolhida. Foi escolhida ontem, que mostrou cuspir e talvez lavar e polimento. Certamente não mostrou nenhuma obrigação e, talvez, se empréstimo não é natural há alguma utilidade em dar.

UMA SUBSTÂNCIA NUMA ALMOFADA.

A mudança de cor é provável e uma diferença uma muito pequena diferença é preparada. Açúcar não é um vegetal.

Insensível é algo que endurece as folhas por trás do que vai ser suave se houver um interesse genuíno em que estejam presentes tantas mulheres quanto homens. Faz isto alguma alteração. Isto mostra que a sujeira é limpa quando existe um volume.

Uma almofada tem esta capa. Suponha que você não gosta de mudar, suponha que é muito limpo que não haja nenhuma mudança na aparência, suponha que não há regularidade e roupa isto é pior que uma ostra e uma permuta. Chega a estação em que há qualquer uso extremo em penas e algodão. Não há muito mais alegria em uma mesa e mais cadeiras e muito provavelmente redondeza e um lugar para colocá-las.

Um círculo de fina cartolina e uma oportunidade para ver um pingente.

Qual é o uso de um tipo violento de deleite se não há prazer em não ficar cansado disso. A questão não vem antes que haja uma cotação. Em qualquer tipo de lugar há uma tampa para a cobertura e é um prazer de qualquer modo há alguma aventura em se recusar a acreditar em absurdo. Isto mostra que utilidade há em uma peça inteira se alguém usá-la e é extrema e muito provavelmente as pequenas coisas podem ser mais queridas mas em qualquer coisa há uma barganha e se há a melhor coisa a fazer é levá-la para longe e usá-la e depois ser imprudente ser imprudente e resolvida em retornar a gratidão.

Azul claro e o mesmo vermelho com roxo faz uma mudança. Isso mostra que não há erro. Qualquer rosa mostra isto e muito provavelmente isto é razoável. Muito provavelmente não deve haver um  presente sedutor mais fino. Algum aumento significa uma calamidade e esta é a melhor preparação para três e mais estarem juntos. Um pouco de calma é tão comum e em qualquer caso há doçura e um pouco daquilo.

Um selo e fósforos e um cisne e uma hera e um terno.

Um armário, um armário não se conecta debaixo da cama. A banda se é branca e preta, a banda tem uma corda verde. Uma visão uma visão total e um pequeno gemido rosnando faz de um corte um canto tão docemente triturado e uma coisa vermelha não uma coisa redonda, mas uma coisa branca, uma coisa vermelha e uma coisa branca.

A desgraça não está na falta de cuidado, nem mesmo na costura ela sai para fora do caminho.

Como é a faixa da cintura. A faixa não é como qualquer coisa mostarda não é como a mesma coisa que tem listras, não é nem mais doída que isto, ela tem uma parte superior.

UMA CAIXA.

Da bondade vem vermelhidão e da grosseria vem rápida a mesma pergunta, de um olho vem pesquisa, da seleção vem gado doloroso. Então a ordem é que uma forma branca de ser redonda é algo que sugere um alfinete e é decepcionante, não é, é tão rudimentar ser analisado e ver uma substância fina estranhamente, é tão sério ter um verde apontando não para o vermelho mas para apontar novamente.

UM APARELHO DE CAFÉ.

Mais que duplo.

Um lugar em nenhuma mesa nova.

Uma única imagem não é esplendor. O sujo é amarelo. Um sinal de mais em não mencionar. Um aparelho de café não é um detentor. A semelhança com o amarelo é mais suja e mais distinta. A mistura limpa é mais branca e não cor de carvão, não mais cor de carvão do que completamente.

A visão de um motivo, a mesma visão mais ligeira, a visão de uma resposta negativa mais simples, a mesma sirene dolorida, a intenção de desejo, o mesmo esplendor, o mesmo mobiliário.

O tempo para mostrar quando uma mensagem é tarde demais e mais tarde não há nada de se pendurar em ruínas.

Uma cor rosa-madeira não rasgada. Se não é perigoso então um prazer e mais do que qualquer coisa se é barato não é mais barato. O lado engraçado é que quanto mais cedo houver menos mais certo é a decaída da necessidade. Supondo que o caso continha rosa-madeira e uma cor. Supondo que não houve nenhuma razão para angústia e mais provavelmente para um número, supondo que não houve espanto, não é necessário que se misture espanto.

A decisão de limpar os móveis é uma forma de não quebrar e desmantelar. A única maneira de usar o costume é usar sabão e seda para a limpeza. A única maneira de ver o algodão é ter um desenho concentrando a ilusão e a ilustração. A maneira perfeita é acostumar a coisa a ter um forro e a forma de uma fita e ser sólida, muito sólida em pé e usar um peso pela manhã. Isto é leve o suficiente. Isto tem forma agradável. Muito agradável não pode ser um exagero. Enfático demais pode ser sinceramente desmaiante. Pode ser estranhamente bajulador. Pode não ser estranho em tudo.

Tradução: Elton Uliana

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Como ler mais rápido?


O que te impede de ler? O que te impede de ler livros extensos? Se você é do tipo que pega o livro mais fininho da biblioteca ou livraria, e ainda assim, demora semanas ou até meses para terminar o livro…não sinta- se mal,  nem culpado! Você não está só, acontece com muita gente.

Pior é desistir antes de começar: “Ai, que preguiça”, “Que chato!”, “Netflix olhando ali pra mim, ó!”, “Desperdiçar meu tempo livre com livro, nem pensar!”. A cultura do livro no nosso país, falo do Brasil, não é a prioridade e está longe de ser.

Hoje eu vou falar com você, que gostaria de começar ou que já é leitor, mas que gostaria de ler mais rápido e com eficácia. Porque ler rápido sem entender e/ou ir pulando tudo, não vale, isso é fingir que leu.

 A leitura exige tempo e dedicação; também é uma ação solitária, pede concentração e desconexão total. Desconexão de tudo, de todos e da Internet- esta última, o maior desafio.  E não falo só dos jovens, nessa rede caiu gente de todas as idades.

Mas, há quem tenha que ler por obrigação no trabalho, estudantes universitários, mestrandos, doutorandos, esses não têm escapatória. A demora com as leituras pode ser bastante prejudicial. Muitos podem até ficar pelo caminho. Portanto, aprender a ler com velocidade pode salvar o seu trabalho ou curso.

Não existe mistério: elimine o que trava o seu crescimento, as suas leituras. Se são as redes sociais, desconecte; se é o barulho na sua casa,  procure um lugar tranquilo fora de casa e desligue o telefone. O mundo vai continuar circulando e as pessoas continuarão vivendo se você fizer isso. Tire a urgência da sua vida, os whatsapps e e-mails podem esperar um pouco. Tire uma hora do dia só pra você.

Leve aquele livro maravilhoso que há muito está estacionado na prateleira e estipule uma meta: “20 páginas por dia” ou quantas você achar conveniente. Não deixe escapar um dia sequer.

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Concentre- se, entre na história. Viaje com o livro, assim a história vai deslizar, e obviamente, a leitura vai deslanchar. A leitura diária vicia. Esse é um dos poucos vícios que são beneficiosos.

Viu? Não é tão difícil. Comece agora!

Passeando pelo “The British Museum” em Londres


Um dos melhores e maiores museus do mundo, o The British Museum em Londres, é gratuito. É impossível ver tudo em uma visita, é um museu para voltar várias vezes. Há coleções de todos os continentes e épocas.

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Vou contar um pouco sobre o que vi por lá:

Antes de entrar há guardas revistando as bolsas. O hall de entrada é circular e muito alto, há várias portas para as coleções.

18402647_789795984509297_6799591225346952881_nO leão guardião logo na entrada é uma escultura grega de 1350.

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Em todos os andares têm lanchonetes com sanduíches, cookies, bolos, chás, cafés, sucos, refrigerantes e mesas coletivas.

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No térreo também fica a livraria. Eu trouxe um livro lindo, depois vou mostrar aqui.

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 Logo à esquerda no térreo, fica a coleção do antigo Egito. E do lado direito, romanos e gregos. Há coleções desde a pré- história. Toda a história da humanidade contada através de objetos, estátuas, restos de templos e até pessoas. Há múmias como de uma das Cleópatras (foram sete).

Uma peça que chama muito a atenção é a que fica logo na entrada: a pedra Roseta de 196 a.C.. Essa pedra com hieróglifos do antigo Egito desvendada foi crucial para entender o homem daquele tempo e sua escritura, trouxe muitos conhecimentos à era moderna.

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Estátuas dos filósofos gregos:

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As esculturas gregas são em mármore e são chamadas ” Esculturas de Elgin” ou “Esculturas do Partenon”. O Paternon foi construído em 447 a.C. e essas esculturas ficaram no templo. A Grécia está brigando para reaver essas peças, mas o Museu Britânico parece que não vai devolver. Foi um antepassado inglês, Thomas Bruce Elgin, arqueólogo e militar, que levou as peças para a Inglaterra em 1801. Ele era oficial, servia na Grécia.

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“Discóbolo” de Miron, uma das estátuas mais conhecidas do mundo.

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A parte egípcia é muito interessante. A múmia mais interessante é uma que está completamente exposta. A de um rapaz que viveu há 2500 anos. Ele morreu apunhalado no peito. Só de ver um cadáver já é chocante, ainda mais sabendo que viveu numa época tão remota. Ele tem cabelos ruivos e encaracolados (no vídeo dá pra ver melhor):

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Essa é uma múmia de uma criança de oito anos. O tamanho é que quatro.

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Essa é uma visita essencial na cidade de Londres, reserve um dia inteiro ou então divida em dois dias, pois é impossível ver tudo em uma única visita. Visite e o site e veja as coleções.

Tesouros da “British Library” (vídeo).


A Biblioteca Britânica é uma verdadeira joia da humanidade, ela é a guardiã de tesouros de valor incalculável. Nela há manuscritos de todas as épocas, de todos os povos, de todas as disciplinas. Eu estive passeando na biblioteca, sofri Síndrome de Stendhal, chorei na frente de originais de escritores, que jamais pensei que iria ter a oportunidade de ver. Você que é apaixonado por literatura como eu, vai entender.

Nem dá pra citar todos, impossível, mas digo que vi a letra do próprio punho de vários escritores e gênios das artes, literatura, música,  como Dostoievski, Proust, Tolstoi, George Orwell, Freud, Leonardo da Vinci, Mozart, Stefan Zweig, etc…

shakesEdição de “Orlando Furioso”, de Shakespeare, de 1591. (British Library)

Se você não pode, por enquanto, conhecer em pessoa essa biblioteca incrível, pode consultar vários textos no site, clica aqui.

Não gravei muito, porque como disse, estava extasiada, fora que não permitem gravar dentro da sala dos tesouros. Mas veja o videozinho aqui, clica e inscreva- se no canal! 🙂

Como inspirar pessoas que não gostam de ler


Conviver com pessoas que não gostam de ler pode ser um incômodo e provocar um conflito de interesses. O ideal é trazê- las para “o lado da luz”.
Além do desafio, pode ser uma tarefa árdua inspirá- las a gostar de livros e de leitura, escolher o livro adequado pode provocar efeitos muito positivos.
Pensando nisso, trago duas listas com obras que podem despertar o gosto pela leitura. As listas não são minhas, estão em um livro muito bacana chamado “Manual de remédios literários” (edição espanhola), de Ella Bertond e Susan Elderkin. Não gosto muito da separação sexista, mas vamos lá, as listas são interessantes *:
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Para homens
  • A fábrica de vespas, de Ian Banks
  • As aventuras de um homem qualquer, Willian Boyd
  • As Espantosas Aventuras de Kavalier & Clay, Michael Chabon
  • Microservos, Douglas Coupland
  • O nome da rosa, Umberto Eco
  • Ardil-22, Joseph Heller
  • Solaris, Stanislaw Lem
  • Hud, o selvagem, Larry MacMurthy
  • Harry Flasman, George MacDonald Fraser
  • Galatea 2.2, Richard Power

Para mulheres

  • Alias Grace, Margaret Atwood
  • O tempo é um canalha, Jennifer Egan
  • Um quarto com vista, E.M. Foster
  • A vida inteira, David Grossman
  • Mil sóis esplêndidos, Khaled Hosseini
  • O hotel New Hampshire, John Irving
  • O afinador de pianos, Daniel Mason
  • A arca de Schindler, Thomas Keneally
  • Dentes brancos, Zadie Smith
  • O fim de Sr. Y, Scarlett Thomas

Os livros foram traduzidos do espanhol, não sei se os nomes conferem com as edições em português.

Se você presentear algum desses livros e funcionar, me conta!

 

Onze livros para sorteio!


Na véspera da Páscoa, vamos animar o coreto?! Sorteio de 11 livros, já que só faltam 10 pessoas para atingirmos 11 mil curtidas no Facebook.

Escolhi 11 livros da minha biblioteca para o sorteio:

  1. “O desejo de Kianda”, do angolano Pepetela, comprado em Lisboa.
  2. “Amar se aprende amando”, do brasileiro Mário de Andrade.
  3. “A poesia da notícia”, do brasileiro Thiago David.
  4. “Pedro”, do brasileiro Luis Taques.
  5. “Olhares”, do português Rui Chafes, edição bilingue inglês- português, comprado na Universidade de Coimbra.
  6. “Ensino da língua materna”, da portuguesa Maria José Ferraz, muito bom para professores.
  7. “Navegando”, do brasileiro Rubem Alves.
  8. “Em busca do tempo perdido- Sodoma e Gomorra”, do francês Marcel Proust.
  9. “O alienista”, do insuperável brasileiro Machado de Assis.
  10. “Meio ambiente e formação de professores”, da brasileira Heloísa Dupas Penteado, também excelente para professores.
  11. “Só”, do português Antônio Nobre, também comprado em terras lusas.

Agora, atento(a) para as regras do sorteio:

  1. Curtir a página do Falando em Literatura no Facebook.
  2. Marcar três amigos no post do sorteio (esse) que vai estar no Facebook.
  3. Pode participar gente de qualquer lugar do mundo.
  4. Uma pessoa não pode ganhar dois livros. Ganhando um, automaticamente sairá do sorteio dos demais.

Não é obrigatório, mas seria gentil que compartilhassem o post também.

E atenção! Este sorteio só será realizado se, no mínimo, 50 pessoas marcarem seus amigos lá no Facebook.

Detalhe: os livros já foram lidos por mim, alguns estão como novos, mas há alguns que estão sublinhados e com anotações (antes eu fazia isso, agora não mais).

O sorteio será realizado no dia 15 de maio de 2017.

Bibliotecas incendiadas: os livros são um perigo?


“Biblioclasta” é o termo utilizado para designar quem não respeita e destrói livros.

Na história mundial, há muitos casos de incêndios criminosos em bibliotecas. Esses ataques visam o terror e a destruição, normalmente, de um patrimônio de valor incalculável. São motivados por ódio político, religioso, ideológico, fanatismo, terrorismo, loucura. Queimar livros, deletar a escrita de um povo, é apagar da memória presente e futura  boa parte de sua história e testemunho. Há inúmeros relatos de bibliotecas queimadas na Antiguidade. Era uma forma de vingança, e continua até hoje. As bibliotecas são alvo certo nos conflitos bélicos.

Em abril de 2003, houve um incêndio criminoso à Biblioteca Nacional de Bagdá e à Escola de Estudos Islâmicos no Iraque. Na biblioteca, havia tesouros que jamais poderão ser recuperados. O atentado foi cometido por “saqueadores”. “O Palácio da Sabedoria” havia sido construído em 1961 e abrigava o Centro Nacional de Arquivos.

Reconstruída a biblioteca, hoje o acervo está digitalizado para evitar futuras perdas, já que as ameaças terroristas continuam. Foto do incêndio:

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Também foi incendiada em 2003, a biblioteca da Universidade de Basora no Iraque:

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Os livros educam, doutrinam, expandem, mexem com o psicológico das pessoas. Leitura é poder. Livro é uma arma. Ainda tem alguma dúvida do perigo que são os livros?