Resenha: “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón

Este é um dos melhores livros escritos em português. “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón é comparável ao “Livro do desassossego”, de Fernando Pessoa. Narrar é prova de amor. O amor cobra declarações, testemunho do que sente. Fala da desesperada medida humana. Como amar sem os vizinhos saberem? Sem tornar pública a paixão que alberga osContinuar lendo “Resenha: “Uma furtiva lágrima”, de Nélida Piñón”

Como ter uma memória de elefante

“Os elefantes nunca esquecem quando foram maltratados por alguém, nem esquecem o cheiro da roupa da tribo que os atacou anteriormente, são capazes de distinguir o chamado de mais de cem indivíduos diferentes e de recordar rotas concretas que os levem às mais diversas fontes de alimento e água” Tudo começa pelo pensamento. Um pensamentoContinuar lendo “Como ter uma memória de elefante”

Resenha: “Ciranda de pedra”, de Lygia Fagundes Telles

Tenho uma leve lembrança da novela “Ciranda de Pedra”, que passou na minha infância (1981), mas nada significativo em relação ao enredo, só lembro do rosto de Lucélia Santos; portanto, essa obra era como uma desconhecida para mim. Sei que a novela da Globo foi um tremendo sucesso, foi reprisada e ganhou um remake emContinuar lendo “Resenha: “Ciranda de pedra”, de Lygia Fagundes Telles”

Resenha: “Noites urbanas”, de Daniel Piza

Por Gerson de Almeida, colaborador Daniel Piza (1970 – 2011) era o pretenso herdeiro de Paulo Francis (1930 – 1997), diziam as más línguas; depois que morreu, como a ter um salvo-conduto dos detratores, foi desta para uma pior como o articulista cultural herdeiro inconteste do mentor insubstituível. Por mim tudo bem. Lendo seu ContemporâneoContinuar lendo “Resenha: “Noites urbanas”, de Daniel Piza”

Cinquenta frases literárias

As frases literárias expressam, em poucas palavras, pensamentos e sentimentos universais. Elas ilustram o que precisamos dizer e nem sempre conseguimos com as nossas próprias palavras. Além do mais, são utilizadas em trabalhos escolares, teses de mestrado e doutorado, em prefácios de livros, apresentações em congressos e afins. Portanto, decidi colecioná- las e fazer essaContinuar lendo “Cinquenta frases literárias”

Lista de obras de leitura obrigatória FUVEST 2018

Lista de obras de leitura obrigatória  FUVEST 2018 Nome do livro Autor Iracema José de Alencar Memórias Póstumas de Brás Cubas Machado de Assis O Cortiço Aluísio de Azevedo A cidade e as serras Eça de Queirós Vidas secas Graciliano Ramos Minha vida de menina Helena Morley Claro enigma Carlos Drummond de Andrade Sagarana JoãoContinuar lendo “Lista de obras de leitura obrigatória FUVEST 2018”

Resenha: “O seminarista”, de Bernardo Guimarães #RevisitandoOsClássicos #1

“Crescent illae, et vos crescentis, amores” (“As árvores hão de crescer, e com elas haveis de crescer vós, meus amores” – Virgílio citado na p. 88) Aqui começa uma série: Revisitando os Clássicos Brasileiros. O que significa? São livros que eu já li há muito tempo e tenho vontade de reler. O tempo, a experiênciaContinuar lendo “Resenha: “O seminarista”, de Bernardo Guimarães #RevisitandoOsClássicos #1″

Resenha: “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury

451° Fahrenheit: a temperatura que o papel dos livros se inflama e queima. (epígrafe)   O americano Ray Bradbury (1920- 2012) foi romancista, contista, ensaísta, dramaturgo e roteirista, publicou “Fahrenheit 451” em 1953, livro considerado a sua obra- prima. Ray casou- se em 1947 com “Maggie” (Marguerite, falecida em 2003), o casal morava em LosContinuar lendo “Resenha: “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury”

Tesouros da “British Library” (vídeo).

A Biblioteca Britânica é uma verdadeira joia da humanidade, ela é a guardiã de tesouros de valor incalculável. Nela há manuscritos de todas as épocas, de todos os povos, de todas as disciplinas. Eu estive passeando na biblioteca, sofri Síndrome de Stendhal, chorei na frente de originais de escritores, que jamais pensei que iria terContinuar lendo “Tesouros da “British Library” (vídeo).”

Feirinha permanente de livros usados em Madri

Uma tradicional feira permanente de livros usados em Madri é a da “Cuesta de Moyano” inaugurada em 1925. Ela fica num calçadão no “Paseo del Padro”, num dos lugares mais famosos da cidade, perto de todos os museus importantes e do jardim botânico. Os trinta stands de madeira, que foram passando de pai a filhos, são bem simpáticosContinuar lendo “Feirinha permanente de livros usados em Madri”