O Falando em literatura vai mudar!

Porque mudanças são necessárias…livros sim, mas também imigração, opinião, lifestyle, viagens, e o que nos ocorrer. Feliz 2020! Continuar lendo O Falando em literatura vai mudar!

Manuel Bandeira e Drummond no Parque dos Poetas em Portugal

Alguns sonhadores pensaram que seria uma boa ideia criar um parque onde a poesia fosse a grande atração. E realmente foi uma excelente ideia! Alguns dos idealizadores do parque:  Isaltino Morais, presidente da Câmara de Oeiras (1985-1989), o poeta e escritor David … Continuar lendo Manuel Bandeira e Drummond no Parque dos Poetas em Portugal

Xícaras literárias da Vista Alegre, porcelana portuguesa

A fábrica portuguesa de porcelanas Vista Alegre é uma das mais famosas e prestigiosas do mundo. A fábrica (1920) fica na cidade de Ílhavo (Aveiro) e suas peças estão espalhadas pelo mundo todo, expostas em museus e usadas pela realeza. No entanto, … Continuar lendo Xícaras literárias da Vista Alegre, porcelana portuguesa

“Eu me chamo Antônio”, um bom legado de 2013

A internet ajuda a lançar nomes na música e também na literatura. Surgiu em 2013 uma maneira criativa e inusitada de se fazer versos desenhados em guardanapos. “Antônio”, nome fictício de Pedro Gabriel (1982), nascido na África e radicado no Brasil desde os 12 anos é o responsável por essa revolução literária na internet. Quem já não viu um guardanapo de “Antônio”?  Pedro é assíduo frequentador do bar Lamas no Rio de Janeiro e começou a desenhar em guardanapos apoiado no balção e acompanhado de um chope. Seus versos desenhados têm sacadas, jogos de palavras com muito sentimento, que conquistaram … Continuar lendo “Eu me chamo Antônio”, um bom legado de 2013

Sabes algo? Nunca deixei de te amar

A minha janela lateral amanheceu assim pintada de giz, que a primeira chuva (provavelmente) vai levar. Uma súplica, um pedido, um grito de desespero. Quem alguma vez não sentiu vontade de desenhar paredes? Todos somos/fomos meninos e meninas atrás do muro, mas que acabamos sendo espectadores da nossa própria dor. Sorte de quem consegue pular o muro. “Sabes algo? Nunca deixei de te amar” Continuar lendo Sabes algo? Nunca deixei de te amar

Eu não escrevo mais poemas

Sempre existe uma imagem para todos os nossos pensamentos: A menina no bosque, Vincent Van Gogh Eu não escrevo mais poemas, mas esse surgiu agora na minha cabeça, prontinho: A laranjeira A laranja tão ácida desprezei. Cerrei meus olhos de dor, Joguei as sementes no vento, que a terra ávida tragou. Caminhei para lugar nenhum, tropecei. Caí na sombra daquela árvore que plantei (ao acaso) Outros colhiam a fruta doce, que eu não provei. Madrid, 21-01-2012 Continuar lendo Eu não escrevo mais poemas