O Dia Mundial do Livro em Madri


Claro que o Falando em Literatura não iria deixar de contar como vão as comemorações por aqui.

Mas antes disso, todos os anos eu conto a mesma história: A UNESCO estipulou o 23 de abril, como o Dia Internacional do Livro, por causa da coincidência das mortes de Shakespeare e Cervantes, mas não só; vários outros escritores importantes nasceram ou morreram em abril, como Vladimir Nabokov, por exemplo, então a data serve para homenagear, relembrar e divulgar a grande literatura desses autores.

Este dia começou a ser comemorado na Catalunha (Espanha) para celebrar o Dia de São Jorge (Sant Jordi em catalão), padroeiro do lugar. É uma festa romântica, onde os casais trocam presentes, o homem recebe um livro e a mulher uma rosa. São Jorge na Catalunha é uma espécie de santo do amor. Enfim, juntando essa tradição centenária de presentear livros e rosas, com o nascimento ou morte de grandes escritores, o resultado é a festa que conhecemos hoje. Quer dizer, no Brasil ainda não é tão forte a tradição, não? Vários outros países, inclusive o Japão, festejam como os espanhóis.

13055392_599827823506115_8862765800608429156_nEssa é a minha filha saindo feliz da livraria com os livros que escolheu e suas rosinhas, presentes da Casa del Libro.

Eu comprei um da Clarice, “Água Viva”,  quero ler nos próximos dias e vou colocar aqui a resenha em breve. Foi da livraria La Central, em português-, uma edição portuguesa:

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Na Espanha é uma delícia. As ruas viram livrarias a céu aberto e há rosas vermelhas espalhadas pelas cidades. Fica tudo alegre e festivo. Muitos eventos literários e descontos nas livrarias. Pena que está caindo uma chuva exatamente agora na cidade de Madri (aqui o mês das chuvas é abril) e algumas livrarias tiveram que recolher as bancas, outras mais prevenidas colocaram toldos. Antes da chuva eu estive por lá, veja algumas fotos:

13062246_599827866839444_3948531027573277996_nBanca da livraria do El Corte Inglés, Preciados (um calçadão para pedestres no centro de Madri).

13076536_599827970172767_8495056239372609971_nA livraria Casa del Libro instalou- se no prédio onde viveu um famoso escritor espanhol, Pio Baroja.

13012646_599827940172770_4156474652833114751_nEsse é o prédio. Morava bem o Pio Baroja. O céu azul antes da chuva.

13000130_599827863506111_463020552310951826_nEssa é a livraria do El Corte Inglés. Estava cheia. Ouvi brasileiros conservando no meio do povo.

13043346_599828030172761_2640659179696406110_nBanca na principal avenida, a Gran Vía, com livros em miniatura. São legais para decorar.

13076693_599828060172758_1598453992728844378_nEssa banca na Gran Vía estava prevendo a chuva.

13094139_599828063506091_923210465445160180_nMetros e metros de livros!

Eu não esqueci de William Shakespeare, o grande protagonista dessa festa junto com Cervantes. Amanhã terá post sobre ele.

Conta como está sendo o seu dia, como está a festa na sua cidade?

Feliz Dia Mundial do Livro!

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400 anos sem Cervantes e “Dom Quixote de La Mancha” para download grátis.


Hoje completa 400 anos do falecimento de Miguel de Cervantes, que está sepultado em Madri, no Convento de las Trinitarias, no Barrio de las Letras. Hoje tem festa na cidade, “La noche de los Libros”, promovido pela prefeitura, com eventos em muitos lugares.

Eu estou lendo a obra e fiz duas resenhas só com dados básicos e a introdução do livro, que é muito complexo e que deve ser lido e resenhado com parcimônia e respeito.

Leia aqui e aqui, as duas resenhas (em breve, mais uma).

Vou te convidar pra ler comigo, topa?! Não tem desculpa, já que vou te deixar abaixo dois e-books grátis. Por que dois? Porque Cervantes escreveu Dom Quixote em duas partes, em épocas diferentes e te deixo aqui a obra completa. Vamos?!

“Dom Quixote”, primeira parte.

“Dom Quixote”, segunda parte.

Amanhã é o Dia Internacional do Livro. A festa começou na Espanha e espalhou- se pelo mundo todo. A tradição é presentear com rosas e livros.  Comemore lendo um livraço e conte- me depois, combinado?!

Aproveito para mostrar essa dupla incrível, que mora na minha biblioteca:

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Por escritores como Miguel de Cervantes, que transcendem o tempo, tudo isso aqui vale a pena. Cervantes deu vida ao “Dom Quixote”, que parece tão real e atual, por esse tipo de literatura viva, artística, profunda, linda, que eu continuo aqui; com esperança de conquistar alguns leitores dessas grandes obras.

Download grátis: “Os sertões”, de Euclides da Cunha


Uma das maiores obras da literatura brasileira, “Os sertões”, de Euclides da Cunha, disponível para baixar no seu computador. A obra narra a história da Guerra de Canudos no sertão da Bahia e a de Antonio Conselheiro, o líder da rebelião, uma espécie de messias.

UnknownO escritor Euclides da Cunha, carioca, membro da Academia Brasileira de Letras, era um erudito multidisciplinar, foi engenheiro, militar, físico, naturalista, entre muitas outras áreas. Foi traído pela esposa, ela teve dois filhos com outro homem, que assassinou Euclides e ficou com a mulher.

Vai ter resenha de “Os sertões”, eu vou contar tudo, tudo pra vocês, sobre a obra e autor.

PEGUE A OBRA AQUI.

Mario Vargas Llosa plagiou Euclides da Cunha? Crônica de Pablo del Barco


O escritor, tradutor, artista plástico e editor espanhol Pablo del Barco, no dia 11 de abril, escreveu uma crônica sobre o Panamá  Papers, intitulada (livre tradução): “O caminhão da limpeza- Somos um país ou festa de personalidades canalhas?”, onde critica a sociedade espanhola, hipócrita, que cria empresas em paraísos fiscais para a evasão de impostos. Desde a monarquia, a jogadores de futebol, artistas e escritores, como peruano nacionalizado espanhol, Mario Vargas Llosa, prêmio Nobel da Literatura. Essa parte é a que irei destacar. O trecho abaixo nos faz desacreditar mais um pouco na vida e nas pessoas. Parece que nada nem ninguém escapa aos vários tipos de corrupção e desonestidade.

Vargas Llosa foi acusado de plágio por várias pessoas diferentes (procure no Google: “Vargas Llosa plágio”) e, uma dessas pessoas, foi Pablo del Barco, pessoa que entrevistei, que conheci pessoalmente e que confio. A denúncia de Pablo foi corroborada por José Saramago na época. Leia:

e97193b9-c398-453b-bc7f-3b4b12d2fc48_1024_512Mario Vargas Llosa

Na literatura, o Nobel Vargas Llosa, bom trapaceiro literário. Recordo que quando publicou “La guerra del fin del mundo” eu o denunciei por plágio do romance do escritor Euclides da Cunha, autor de Os sertões, epopeia básica na literatura de Brasil. Estava eu com José Saramago em um debate sobre Espanha e Portugal na “La Rábida de Huelva”. Saramago confirmou, aplaudiu e me acompanhou na denúncia. Aos poucos dias, o peruano tentou desmentir aproveitando suas boas relações com o El País. Isto eu sei por mim mesmo, sem entrar na parte dos ‘ghost writers’ que dizem que ele tem e que trabalham duro. Copio a informação: “Segundo as teses da acusação, Vargas Llosa parece ter na folha de pagamento  18 escritores que, periodicamente, lhe enviam rascunhos do que poderiam  ser diferentes obras que ele, quem sabe agora não tão genial romancista, daria carta branca, para depois ir dando forma ou inclusive fazendo correções à medida que os trabalhos fossem avançando”. Há cinco espanhóis na folha de pagamento. A Academia sueca anda atrás de retirar- lhe o prêmio Nobel pela sua evidente suposta desonestidade.

img_6149Pablo del Barco- pablodelbarco.blogspot.com  www.factoriadelbarco.com


Ficaram chocados? Eu também! Não dá pra confiar nem em um Nobel da Literatura! Eu estava alheia a esta história, inocente; inclusive comprei o último livro desse “suposto” plagiador.

Comprove você mesmo: se não leu “Os sertões”, veja a sinopse e faça igual com o livro de Llosa. Resultado? Idênticos! É uma vergonha, um escândalo! Coisa que odeio é copiadores descarados!

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Claro que esse Nobel fuleiro sairá da minha biblioteca!

Leia aqui o texto completo de Pablo del Barco (em espanhol).

¿Sabias que Vargas Llosa fue denunciado por plagio? Crónica de Pablo del Barco


La crónica del escritor, traductor, artista y editor español Pablo del Barco no tiene desperdicio! Además de comentar la vergüenza que denunció los papeles de Panamá sobre personalidades de España, Pablo nos cuenta una “curiosidad” acerca de una denuncia que puso contra Mario Vargas Llosa corroborada por José Saramago en su momento. Vea:

EL CARRO DE LA LEJÍA, 11 de abril, 2016

¿Somos un país o una verbena de personalidades sinvergüenzas?

La detención de Mario Conde –aquel personaje de la “alta sociedad española” con el que todos querían hacerse fotos y las universidades competían por nombrarle doctor “honoris causa”, (ay, lo que a mi, ciudadano de a pie, me costó ser doctor), facilita la respuesta: lo que no somos es un país decente. Miren el panorama, de arriba abajo, apuntalado por los últimos descubrimientos de los llamados “papeles de Panamá”, cueva de los multicuarenta ladrones de Ali-babá.

Lo iniciamos en la más alta esfera: monarquía. Pillada la hermana del rey viejo con un sociedad evasiva, haciendo patria, claro. Lo niega, por supuesto; como niegan su sobrina infanta y su amante esposo los supuestos fraudes y ganancias ilegítimas que han cometido impunemente. Del rey viejo no se dice nada; del rey que antes de ser príncipe coronado andaba con una mano delante y otra detrás (tenían que pagarle las cervezas; las lagartonas, a las que estaba tan acostumbrado, según me cuenta algún compañero de academia militar, quizás las pagara él o se lo hacían gratis). Llegar a la fortuna que hoy tiene es cosa de magia. También lo es que el borrado de su hermana de la sociedad evasiva panameña coincida con el día de la abdicación del hermano. Serán cosas de la sangre azul, que es más transparente, según la leyenda histórica.

También han cazado con lazo panameño a los Albertos (Alcocer y Cortina) tan glamorosos ellos, tan cercanos a la familia real, a la “alta clase” y a los grandes banqueros. Y al banquero de banqueros, Miguel Blesa, más banquero porque nada sabía de banca y sí de bancos; ser compañero de banco opositor para ser Inspector de Hacienda con el Sr. Aznar le otorgó esa distinción. Quizás lo de cazar elefantes le llegó por ciencia infusa.

Hoy ha caído en la ciénaga informativa un ministro del Gobierno, José Manuel Soria, superdenunciado en Canarias por casos de cohecho y otros, tan afortunado que conseguía habitaciones en hoteles de lujo a todo lujo y camarero privado por 70 euros la noche. El bello ministro lo niega, reniega de si mismo, de su nombre y de su firma, concitándonos a la pena, que no la hay mayor que renegar de uno.

Del mundo del arte, algunos guardianes y teóricos protectores, que se llevan buena tajada del Estado español por cesión de obra: los Thyssen, especialmente la baronesa, que de la nada llegó a donde entre ella y los demás la han puesto.

En la literatura el nobel Vargas Llosa, buen truhán literario. Recuerdo que cuando publicó La guerra del fin del mundo le denuncié por plagio de la novela del escritor Euclides da Cunha, autor de Os sertões, novela epopéyica básica en la literatura de Brasil. Estaba yo con José Saramago en un debate sobre España y Portugal en La Rábida de Huelva. Saramago lo confirmó, aplaudió y me acompañó en la denuncia. A los pocos días el peruano lo intentó desmentir aprovechando sus buena relaciones con El País. Esto lo sé por mí mismo, sin entrar en los nombres de los negros que dicen que tiene y le trabajan duro. Copio la información: “Según las tesis de la Fiscalía, Vargas Llosa parece tener en nómina a 18 escritores que, periódicamente, le envían bocetos de lo que podrían ser diferentes obras que el quizás ahora no tan genial novelista daría el visto bueno, para luego ir dándole forma a medias, o incluso corrigiéndoles a medida de que los trabajos fueran avanzando” Hay cinco españoles en la nómina. La Academia sueca anda tras desposeerle del premio Nobel por su evidente presunta deshonestidad.

Entre los deportistas, Messi, que me parece solo tiene cabeza para usar los pies. El cineasta Almodóvar; a mí me dice bien poco; ancla su éxito en nuestra mediocridad estética. Actores, como Imanol Arias, que también anda en la función de borrarse de sí mismo. Miguel Arias Cañete, tocado por aproximación nuestro representante en Europa, que ya tuvo que apearse de la titularidad de alguna empresa, trata de esconder su oronda figura tras su esposa, la señorita jerezana Micaela Domecq. También hay algún muertovivo, como el espía Francisco Paesa, que tantos quebraderos de cabeza dio al jefe de Guardia Civil, Juan Roldán.

La lista es larga y estamos en el principio de conocerla entera. Cuando acabe, si acaba, esto será una casa de la Troya de desvergüenza y más corrupción de la que soportamos en la actualidad.

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PABLO DEL BARCO

Pablo del Barco
San Juan de la Palma, 26
41003 SEVILLA
Tf. 0034. 607540408
pablodelbarco.blogspot.com
http://www.factoriadelbarco.com


Vargas Llosa ha sido acusado muchas veces por personas distintas.

Vea aqui. 

También aqui.

Y aqui.

Jamás veré a Vargas Llosa con los mismos ojos. ¿Es posible que un Nobel de Literatura sea un fraude?! Parece que sí, me fío 100% de la palabra de Saramago y de Pablo del Barco, además, como denunciado en el texto de Pablo, hay gente que escribe por el, presuntamente. Ahora voy a leer “La guerra del fin del mundo” para ver con mis propios ojos la “semejanza” com “Los sermones”, de Euclides da Cunha.  Solo por el resumen, veo que es clavada a la historia del brasileño.

A finales del siglo XX, en las tierras paupérrimas del noreste de Brasil, el chispazo de las arengas del Consejero, personaje mesiánico y enigmático, prenderá la insurrección de los desheredados. En circunstancias extremas como aquéllas, la consecución de la dignidad vital sólo podrá venir de la exaltación religiosa – el convencimiento fanático de la elección divina de los marginados del mundo- y del quebranto radical de las reglas que rigen el mundo de los poderosos.
Así, grupos de miserables acudirán a la llamada de la revolución de Canudos, la cuidad donde se asentará esta comunidad de personajes que difícilmente desaparecerán de la imaginación del lector: el Beatito, el León de Natuba, María Quadrado..
Frente a todos ellos, una trama político- militar se articula para detener con toda su fuerza el movimiento que amenaza con expandirse.

Flipando estoy!

Download grátis: “O Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna


Uma das minhas obras preferidas está disponível gratuitamente no site Lê Livros Online. “O Auto da Compadecida” é uma comédia hilária de Ariano Suassuna, que vai te arrancar deliciosas gargalhadas. Não deixe de ler! Clique aqui.

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400 anos da morte de Willian Shakespeare e Miguel de Cervantes


Dia 23 de abril será o Dia Internacional do Livro. Como estão os preparativos para esse grande evento literário no Brasil? Algum movimento? Na Espanha é a principal pauta do mês, já que Shakespeare e Cervantes completam 400 anos de falecidos em abril. Entendo que no Brasil, com a atual revolução política, poucos estão pensando em comemorar algo, ainda mais literatura. Mas, sigamos.

O jornal El Mundo (Espanha) preparou um especial muito bacana sobre esses dois gênios literários, que eu vou tentar repassar um pouco aqui em português. As jornalistas Virginia Hernández e Raquel Quílez traçaram o perfil dos escritores em paralelo, como era a vida de um e do outro, “Inglês rico; espanhol, pobre”.

14609144865963Cervantes, por Ricardo, e Shakespeare, por Raúl Arias.

O inglês morreu rico e com passagem direto para a posteridade. O espanhol acabou em uma fossa comum, sem herança e sem glória. Shakespeare e Cervantes foram tratados de formas diferentes pela História. Eles são os maiores escritores da literatura universal, mas, ainda hoje, são tratados de formas diferentes nos seus países de origem. No Reino Unido estão há anos com os preparativos, inclusive o primeiro ministro David Cameron; na Espanha, parece que não há orçamento destinado para homenagens. Essa é a crítica das jornalistas do El Mundo; mas eu, brasileira, ouço falar de Cervantes em todos os lugares o tempo todo, muito mais do que ouvi falar de qualquer escritor brasileiro no Brasil. Há símbolos de Cervantes, principalmente dos seus personagens, Quixote e Sancho Pança em todas as partes. Inclusive vai começar uma leitura coletiva da obra de Cervantes. Uma beleza, não?! Fora que têm um Instituto, o Cervantes, que vejam na sua página principal, todas as matérias são sobre Cervantes. Duas casas de Cervantes viraram museus, há uma placa em outra que não resistiu ao tempo no Barrio de las Letras. Enfim, elas acham que ainda é pouco.

Fora que Cervantes virou sinônimo do próprio idioma espanhol, “A língua de Cervantes”, frase normalmente usada para o idioma hispano.

 Darío Villanueva, diretor da Real Academia Española reivindica que os aniversários de Cervantes sejam comemorações de Estado. “Ele é o inventor do romance moderno e um escritor que tornou- se clássico pela maneira que continua conectando com os leitores de hoje.”

Shakespeare e Cervantes nasceram em meio à clase média baixa, ainda que o pai do dramaturgo britânico, do campo, chegou a ser prefeito da sua cidade, Statford-on-Avon. A família de Cervantes, no entanto, não conseguiu a prosperidade. Há coincidências também nos mistérios que lhes rodeavam, muitos deles propiciados porque naquela época eram documentados o trabalho de reis e nobres, não o dos autores, que eram considerados cidadãos de terceira categoria. “Shakespeare ficou rico com suas obras e acabou sendo um bom burguês na sua terra natal”, assegura o hispanista Edwin Williamson, da Universidade de Oxford. Teve na sua velhice a segunda casa mais importante de Stratford. No entanto, “Cervantes teve uma vida muito mais agitada e desgraçada, sofreu um monte de dificuldades e frustrações que nem sequer o enorme êxito de Quixote pode remediar”.

Se quiser ler o texto completo (em espanhol) clique aqui.

No próximo dia 22, em comemoração ao Dia Internacional do Livro, vai acontecer em Madri um dia inteiro de festa literária, “La noche de los libros”, evento promovido pela prefeitura de Madri e que participam bibliotecas, livrarias, instituições, escolas, museus, muita gente envolvida para fomentar a leitura e comemorar esse dia. Os livros são vendidos com descontos, há palestras, autógrafos de livros, leituras, enfim, tudo que envolve o mundo dos livros.

E no dia 23, acontece a festa de “Sant Jordi” em toda a Espanha, tradição catalana. Foi a Catalunha que começou a comemorar o dia do livro e espalhou- se pela mundo. A UNESCO fixou essa data, 23 de abril, como o Dia Internacional do Livro justamente pela coincidência das mortes de Cervantes e Shakespeare. É uma forma de comemoração bem bonita, existe uma troca de presentes, flores e livros.

Leia, leia mais! Feliz Dia do Livro!