Resenha: “O original de Laura”, de Vladimir Nabokov

“O original de Laura” é um rascunho de Vladimir Nabokov (São Petersburgo, 22 de abril de 1899 – Montreux, Suíça, 2 de julho de 1977), considerado um dos maiores escritores da literatura universal. Ele escreveu essas fichas quando estava doente, faleceu seis meses depois por causa de uma bronquite. Bronquite adquirida por negligência médica, segundo o filho do escritor. Nabokov estava internado para fazer umaContinuar lendo “Resenha: “O original de Laura”, de Vladimir Nabokov”

Resenha: “Grande Sertão: veredas”, João Guimarães Rosa, no dia da morte do escritor

Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa.( p. 30) Eu também desconfio de muita coisa, até dessa incrível “coincidência”, postar ao acaso essa resenha (cheia de “anotamentos”) justo hoje: data do falecimento de Guimarães Rosa. A vida é mesmo mística. O escritor, ministro, diplomata e médico João Guimarães Rosa (Cordisburgo, Minas Gerais, 27 deContinuar lendo “Resenha: “Grande Sertão: veredas”, João Guimarães Rosa, no dia da morte do escritor”

O poema que Drummond escreveu para Rosa

Carlos Drummond de Andrade escreveu esse poema- homenagem para João Guimarães Rosa.  Os dois mineiros. “Um chamado João” foi publicado três dias depois da morte de Rosa no jornal Correio da Manhã no dia 22 de novembro de 1967. Trecho do fac símile do poema, escrito pelo próprio punho do poeta Drummond. O fac símileContinuar lendo “O poema que Drummond escreveu para Rosa”

Resenha: “O tempo entre costuras”, de María Dueñas

Como podíamos ser conscientes de que com aquele ato tão simples, com o mero feito de avançar dois ou três passos e transpassar um umbral, estávamos assinando a sentença de morte do nosso futuro em comum e torcendo as linhas do futuro de forma irremediável. (p. 22) Maria Dueñas  (Puertollano, Ciudad Real, 1964) é doutoraContinuar lendo “Resenha: “O tempo entre costuras”, de María Dueñas”

O que é a imortalidade?

O que é a imortalidade? Um sopro que nos carrega para os confins da orfandade A imortalidade na visão do jornalista, crítico e poeta e também acadêmico da ABL, Ivan Junqueira (Rio de Janeiro, 3 de novembro de 1934). Ele ocupa a cadeira nº 37, foi o sucessor de João Cabral de Melo Neto. A IMORTALIDADE OContinuar lendo “O que é a imortalidade?”

O escritor baiano Antônio Torres é o novo imortal da ABL

O mestre Antônio Torres (Sátiro Dias, 13/09/1940) agora é imortal da Academia Brasileira de Letras. Ele vai ocupar a cadeira nº 23, que era antes de Luiz Paulo Horta e que também ocupou Machado de Assis, Jorge Amado e Zélia Gattai. Os outros concorrentes eram Blasco Peres Rego, Eloi Angelos Ghio, José William Vavruk, Felisbelo daContinuar lendo “O escritor baiano Antônio Torres é o novo imortal da ABL”

Hoje é o aniversário do escritor francês Albert Camus

Hoje é o dia do nascimento do escritor francês Albert Camus ( Mondovi, Argélia [colônia francesa], 7 de novembro de 1913 – Villeblevin, 4 de janeiro de 1960). Ele era filósofo, dramaturgo e jornalista. Aos 44 anos ganhou o Prêmio Nobel de Literatura (1957)  por sua importante produção literária, que com seriedade clarividente ilumina os problemas da conciência humana em nosso tempo”.Camus seguia aContinuar lendo “Hoje é o aniversário do escritor francês Albert Camus”

Resenha: O meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos

Este é um livro para quem NÃO gosta de ler, porque é um excelente “pega leitores” recomendado para gente de todas as idades e que tem uma certa aversão à leitura, porque tenho certeza que ficará apaixonado. Eu tenho um especial carinho por essa obra, já que foi uma das que me acompanharam durante aContinuar lendo “Resenha: O meu pé de laranja lima, de José Mauro de Vasconcelos”

Resenha: “O calor das coisas”, contos de Nélida Piñon

Falar em Nélida Piñón (Rio de Janeiro, 3 de maio de 1937) é falar em literatura de primeiro nível, ela escreve muito! O amor em todas as suas formas é o centro dessa obra. A escritora é filha de espanhóis da Galiza (Espanha), o seu nome é um anagrama do seu avô Daniel. É jornalista e professora, imortal daContinuar lendo “Resenha: “O calor das coisas”, contos de Nélida Piñon”