A Feira do Livro de Madri começa nesse mês de maio

A 72ª edição da Feira do Livro de Madri começará no dia 31 de maio e vai até 16 de junho. A lista dos escritores que participarão da Feira já está disponível no site da Feira. Esse ano não vai ter país convidado, o que é uma pena, pois deixamos de conhecer autores de outros países.Continuar lendo “A Feira do Livro de Madri começa nesse mês de maio”

“Noite na taverna”, Álvares de Azevedo

Foi poeta – sonhou- e amou a vida. (Álvares de Azevedo) Manuel Antônio de Azevedo (São Paulo, 12 de setembro de 1831 – Rio de Janeiro, 25 de abril de 1852) foi um escritor romântico bem característico da fase mais “aguda” do Romantismo. Era culto, falava vários idiomas desde criança, precoce, genial, boêmio, pessimista, dramático, vivia o que escrevia, se entregava à literatura, àContinuar lendo ““Noite na taverna”, Álvares de Azevedo”

“O mágico de Oz”, de Frank Baum

Hoje é a data de nascimento do escritor, teósofo, ator e editor  americano Frank Baum (Chittenango, Nova York, 15 de maio de 1856 – Hollywood, Califórnia, 6 de maio de 1919). Ele escreveu várias obras infantis e livros com os pseudônimos, mas sua obra mais conhecida e uma das mais populares no mundo é “O Mágico de Oz”, que encanta crianças e adultos. “O Mágico deContinuar lendo ““O mágico de Oz”, de Frank Baum”

Resenha: Um táxi para Viena d’Áustria, de Antônio Torres

Longe é qualquer lugar perto do paraíso (p. 219) Não adianta fugir Watson Rosalveti Campos (Velti ou Veltinho para os íntimos) você saiu lá do Rio Grande do Norte, foi morar no Rio de Janeiro/São Paulo, virou publicitário de sucesso, mas agora está desempregado, está sozinho, os amigos desapareceram, só te resta a parede teContinuar lendo “Resenha: Um táxi para Viena d’Áustria, de Antônio Torres”

O que é ser intelectual?

Nos comentários de um post recente, Rosângela Neres, professora na Universidade Estadual da Paraíba, escreveu o seguinte: “(…) a intelectualidade de uns também é questionável. Nunca fui muito fã desse termo, afinal o que quer dizer ser intelectual, não é mesmo? Todos não temos propensão ao intelecto? Tem gente que só porque leu muitos livros eContinuar lendo “O que é ser intelectual?”

Virgínia Woolf também não gostou de “Ulisses”, de James Joyce

Eu fico extremamente irritada quando algum intelectual (ou pseudo- intelectual) insinua que não sou uma boa leitora porque não gosto de Ulisses. Eu respeito que eles gostem do livro, mas eles  não aceitam uma opinião contrária, um ponto- de- vista diferente, porque já têm uma visão tendenciosa e “maria-vai-com-as-outras”. A onda de que “Ulisses éContinuar lendo “Virgínia Woolf também não gostou de “Ulisses”, de James Joyce”