Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog. Aqui está um resumo: A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 40.000 vezes em Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 15 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo. Clique aqui para ver o relatório completo Continuar lendo Os números de 2011

Eu não escrevo mais poemas

Sempre existe uma imagem para todos os nossos pensamentos: A menina no bosque, Vincent Van Gogh Eu não escrevo mais poemas, mas esse surgiu agora na minha cabeça, prontinho: A laranjeira A laranja tão ácida desprezei. Cerrei meus olhos de dor, Joguei as sementes no vento, que a terra ávida tragou. Caminhei para lugar nenhum, tropecei. Caí na sombra daquela árvore que plantei (ao acaso) Outros colhiam a fruta doce, que eu não provei. Madrid, 21-01-2012 Continuar lendo Eu não escrevo mais poemas

A redoma de vidro, Sylvia Plath

                        A ideia do suicídio é um potente meio de conforto: com ela superamos muitas noites más. (Friedrich Nietzsche) Um dos livros mais complicados que li na minha vida, não porque seja uma leitura difícil de entender, rebuscada, mas no sentido da temática: a depressão e o suicídio. O romance autobiográfico (mas não totalmente, pois os nomes de pessoas e lugares foram modificados, o termo mais adequado seria “Roman à clef”) da poetisa americana Sylvia Plath (Boston, 27/10/1932 – Primrose Hill, Londres, 11/02/1963), “A redoma de vidro” (em Portugal … Continuar lendo A redoma de vidro, Sylvia Plath