Amor de perdição, Camilo Castelo Branco

Considero- te perdida, Teresa. O sol de amanhã pode ser que eu o não veja. Tudo, em volta de mim, tem uma cor de morte. (p.123) Se você gosta de narrativas de amor tipo “Romeu e Julieta”, de histórias de amores impossíveis, você vai gostar desse livro, que está claramente inspirado na obra mais famosaContinuar lendo “Amor de perdição, Camilo Castelo Branco”

Eu não escrevo mais poemas

Sempre existe uma imagem para todos os nossos pensamentos: A menina no bosque, Vincent Van Gogh Eu não escrevo mais poemas, mas esse surgiu agora na minha cabeça, prontinho: A laranjeira A laranja tão ácida desprezei. Cerrei meus olhos de dor, Joguei as sementes no vento, que a terra ávida tragou. Caminhei para lugar nenhum,Continuar lendo “Eu não escrevo mais poemas”

A redoma de vidro, Sylvia Plath

                        A ideia do suicídio é um potente meio de conforto: com ela superamos muitas noites más. (Friedrich Nietzsche) Um dos livros mais complicados que li na minha vida, não porque seja uma leitura difícil de entender, rebuscada, mas no sentido da temática: aContinuar lendo “A redoma de vidro, Sylvia Plath”