O pedófilo e estuprador: Roman Polanski


O franco-polonês Roman Polanski,  cineasta pedófilo e estuprador de uma menina de 13 anos (confessou o crime em 1977, ele tinha 44 anos ). Usou como cenário do crime a casa do amigo Jack Nicholson nos Estados Unidos (esse protagonizou “Chinatown”, autoria e direção de Polanski) drogou a menina e depois a violentou. “Chinatown” foi indicado para o Oscar em onze categorias, levou na de melhor roteiro original).

O cineasta já consagrado, cometeu o pior dos crimes que é atentar sexualmente contra uma menor de idade e  com o agravante de que ela estava inconsciente, pois estava drogada, não havia nenhuma chance de reação. Depois de um acordo com a vítima nos tribunais, ela retirou a denúncia por violação (suponho que recebendo muito dinheiro) mas a denúncia por manter relações sexuais com uma menor seguiu em frente, mas ele fugiu dos Estados Unidos.

Ele fugiu para Europa (França) e só ia a países onde sabia que não podia ser extraditado.

Não vou comentar toda a sua filmografia, mas foram muitos filmes depois do crime hediondo e ele continuou aclamado pela crítica, pelos colegas de trabalho e pelo público (pior) como se fosse uma pessoa “normal”.

Agora vem a pergunta: se ele fosse um assalariado… as pessoas o tratariam da mesma forma?

Os amigos e companheiros de profissão o defendem, dizem que já pagou o crime. Sentem pena, porque teve uma infância difícil (é sobrevivente do Holocausto) e teve sua primeira esposa assassinada. Se todas as pessoas no mundo com tragédias pessoais saíssem cometendo crimes, o que aconteceria? Nada justifica o crime que cometeu. Quando o pedófilo é artista, perdoa- se?! Trinta e três anos livre do crime bárbaro que cometeu.

Em 27 de setembro de 2009 ele foi preso na Suiça quando ia buscar um prêmio pelo filme “O pianista”, onde está em prisão domiciliar. Os Estados Unidos pedem a extradição para julgá- lo como deveria ter sido há trinta e três anos.

Quando você for assistir a um filme do Polanski, lembra dessa história, do violador pedófilo que está por trás dele. Pensa duas vezes, quem sabe assim você muda de canal ou de sala no cinema, pois você pode estar alimentando, embalando o próprio diabo, como em “O bebê de Rosemary”.

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