Centenário da morte de Machado de Assis


Esse ano completa cem anos da morte de um dos escritores mais consagrados da língua portuguesa: Joaquim Maria Machado de Assis é um escritor brasileiro (21/06/1839, Rio de Janeiro- 29/09/1908, Rio de Janeiro). Era gago, sofria ataques epiléticos, com uma saúde frágil e de uma família humilde, filho de um descendente de africanos e de uma portuguesa, conseguiu transformar- se num profundo conhecedor da língua portuguesa de uma maneira autodidata, pois frequentou apenas o curso primário.

Gostava de aprender e se empenhava nisso: aprendeu francês com uma senhora francesa dona de uma padaria e tinha o apoio da madrinha “D. Maria José de Mendonça Barroso, viúva do Brigadeiro e Senador do Império Bento Barroso Pereira, proprietária da Quinta do Livramento, onde foram agregados seus pais”. (fonte: http://www.releituras.com)

Abaixo um vídeo- animado sobre a biografia de Machado de Assis:

O Museu da Língua Portuguesa, que fica na cidade de São Paulo (BR), já começou as comemoraçoes do centenário do escritor com uma exposição de fotos e com vídeos de leituras de sua obra.

Uma das obras mais conhecidas  e espetaculares do autor é Dom Casmurro.

Na Casa de América em Madrid existe a sala “Machado de Assis”, em homenagem ao escritor brasileiro, utilizada para reunioes e conferências.

BIBLIOGRAFIA:

Comédia

Desencantos, 1861.
Tu, só tu, puro amor, 1881.

Poesia

Crisálidas, 1864.
Falenas, 1870.
Americanas, 1875.
Poesias completas, 1901.

Romance

Ressurreição, 1872.
A mão e a luva, 1874.
Helena, 1876.
Iaiá Garcia, 1878.
Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881.
Quincas Borba, 1891.
Dom Casmurro, 1899.
Esaú Jacó, 1904.
Memorial de Aires, 1908.

Conto:

Contos Fluminenses,1870.
Histórias da meia-noite, 1873.
Papéis avulsos, 1882.
Histórias sem data, 1884.
Várias histórias, 1896.
Páginas recolhidas, 1899.
Relíquias de casa velha, 1906.

Teatro

Queda que as mulheres têm para os tolos, 1861
Desencantos, 1861
Hoje avental, amanhã luva, 1861.
O caminho da porta, 1862.
O protocolo, 1862.
Quase ministro, 1863.
Os deuses de casaca, 1865.
Tu, só tu, puro amor, 1881.

Algumas obras póstumas

Crítica, 1910.
Teatro coligido, 1910.
Outras relíquias, 1921.
Correspondência, 1932.
A semana, 1914/1937.
Páginas escolhidas, 1921.
Novas relíquias, 1932.
Crônicas, 1937.
Contos Fluminenses – 2º. volume, 1937.
Crítica literária, 1937.
Crítica teatral, 1937.
Histórias românticas, 1937.
Páginas esquecidas, 1939.
Casa velha, 1944.
Diálogos e reflexões de um relojoeiro, 1956.
Crônicas de Lélio, 1958.
Conto de escola, 2002.

Antologias

Obras completas (31 volumes), 1936.
Contos e crônicas, 1958.
Contos esparsos, 1966.
Contos: Uma Antologia (02 volumes), 1998



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